PROJETO: LER É VIAJAR
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇAO DO ESTADO DE RONDONIA
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO JOSÉ DE
ANCHIETA
Projeto: Ler é viajar
MARLI
VIEIRA LOPES
CABIXI –
RO, 2015
INTRODUÇÃO
O presente
projeto intitulado O prazer da leitura e da escrita, será oferecido para toda a
comunidade escolar da Escola Estadual de
Ensino Fundamental e Médio situada na Av.: Guarani, Cabixi-Rondonia, como projeto pedagógico, destina-se a atender
alunos dos 6º Ano A, B e C e 7º Anos B e
C. E têm como proposta fundamental incentivar os participantes a valorizar,
sistematizar, organizar e superarem as dificuldades na leitura e na produção de
texto e incentivar a comunidade a participar efetivamente da vida escolar, sem ter que sair do seu ambiente social para
a superação dessas dificuldades.
As políticas
públicas sociais e educacionais estão sendo elaboradas de modo a oferecer uma
educação de qualidade para todos, porque a Educação é um direito de todos.
Assim, segundo essa visão, a educação se deve realizar como um instrumento do
desenvolvimento e este se concretizam e materializam no dia-a-dia dos homens e
mulheres, na realidade onde vivem.
A prática da leitura se faz presente em nossas
vidas desde o momento que começamos a “compreender” o mundo à nossa volta. No
constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam,
de perceber o mundo sobre diversas perspectivas, de relacionar a realidade
ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos os casos
estamos de certa forma, lendo – embora, muitas vezes, não nos demos conta.
Desse modo, a leitura se configura com um poderoso e essencial instrumento libertário
para a sobrevivência do homem.
Há,
entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o
desejo do leitor. A leitura não pode se tornar uma obrigação, porque quando ela
se transforma em obrigação, a leitura se resume em simples enfado. Para
suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, daremos aos nossos alunos
o direito de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar,
ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados estes direitos, o leitor, da mesma forma,
passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo
indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa
relação de amor na qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Acredita-se
também que o hábito da leitura é fundamental para a prática de produção de
texto, pois o fracasso na produção de texto deve-se justamente ao fato de haver
pouca leitura. Sendo assim, o propósito deste trabalho é, acima de tudo
incentivar a leitura em todos os seus aspectos e criar condições para que tais
atividades se desenvolvam de modo eficiente e produtivo.
A partir
desta proposta elaborou-se este projeto com a finalidade de levar o
conhecimento de interação social, cultural e intelectual entre alunos e
comunidade escolar, uma vez que partimos da sua realidade torna-se assim, mais
eficaz e agradável.
JUSTIFICATIVA
Pensando nos direitos dos alunos, nos
deveres do Professor e na participação da comunidade, foi elaborado esse
projeto como uma forma de constituir melhorias na vida dos beneficiados, eles
poderão se infiltrar no mundo da leitura descobrindo o prazer de ler, reler e
escrever/contar o que leu. É papel da Escola fazer a diferença, ter ligação com
o meio, ter compromisso, influenciar e deixar ser influenciada pela realidade
onde está inserida e da qual faz parte.
Para prepararmos os nossos educandos para
esse mundo moderno e contemporâneo, percebe-se a necessidade de prepará-los
para enfrentar essas mutações. Portanto, uma sociedade letrada, precisa saber
ler, escrever e principalmente se comunicar/falar. A valorização social de uma
pessoa, atualmente, está intimamente ligada ao seu desempenho escrito, mas
também ao oral, pela razão da ampla exposição aos meios de comunicação.
Hoje, busca-se dedicar o mesmo tempo de
aprendizagem tanto para a expressão oral quanto para a escrita, como meio de
inserção do jovem na sociedade. Para revigorar a língua escrita, é preciso
inserir-lhe elementos vivos da língua falada, através da prática de leituras
constantes.
Usar bem a língua não significa
necessariamente falar e escrever de modo correto, mas de modo adequado à
circunstância. A principal preocupação não deve ser a de seguir as regras, mas
a de usar a linguagem adequada à situação e ao objetivo em mente.
Pode-se dizer que é através da leitura
que o individuo “pega gosto” pela formação de textos, querendo que todos leem o
que escrevem. O mundo é bom, mas com a leitura, ele torna-se melhor ainda.
Segundo Franchi (1984) há que se promoverem exercícios linguísticos, procurando
evitar a estigmatização da linguagem das crianças, estimulando a produção de
textos que objetivam, a reforçar a sensibilidade para diferentes usos da
linguagem; levar à compreensão dos fatos de que o uso da linguagem é redigido
por convenção, mas equivalente ao dialeto trazido pela criança. Afirma a
autora:
Os
indivíduos não recebem a língua pronta para ser usada penetram na corrente da
comunicação verbal, ou melhor, somente quando mergulham nessa corrente é que
sua consciência desperta e começa a operar... Os sujeitos não adquirem a língua
materna, é nela e por meio dela que ocorre o primeiro despertar da consciência.
(p.24)
Não se pode afirmar que falar e
escrever bem para a sociedade é o mais importante, e sim, a questão da
adequação vocabular, ou seja, a utilização do registro (fala) no momento certo.
Reconhecer a importância do padrão culto não significa banir para sempre o
falar espontâneo do dia-a-dia. Tudo tem sua hora e lugar.
Então, a leitura passa a ter um papel
efetivo nessa questão, pois ao adquirir a prática de ler textos variados, desde
simples revista em quadrinhos, o jornal cotidiano ou um conto de Machado de
Assis, você passa de um simples “leitor-observador” para um
“leitor-conhecedor”. E isso ajudará muito no que diz respeito ao seu
conhecimento oral e escrito, pois a leitura não só dá “asas a imaginação”: ela
faz você interagir socialmente, ativando os seus mais variados conhecimentos,
desde o cultural ao linguístico.
É importante ressaltar que, qualquer que
seja o ramo da atividade, o profissional sabe que o êxito dele depende, além
dos conhecimentos próprios da área, de sua habilidade na leitura, que resultará
em competências quanto ao manejo da língua. Enfim, todo saber é transmitido
através desse instrumento primordial da comunicação humana na qual a leitura é
uma das protagonistas.
Desta forma, para o nosso jovem, que
vem em processo de formação constante, é papel primordial do educador e também
dos responsáveis, criar interesses, orientar esforços e apontar caminhos em
relação à prática de leitura, construindo-o como pessoa e cidadão esclarecido,
crítico e exigente em relação à sociedade em que quer viver. Como diz Paulo
Freire (p. 15, 1996):
“Homens e mulheres são éticos, capazes de
intervir no mundo, de comparar, de ajuizar, de decidir, de romper, de escolher,
capaz de grandes ações...”.
Resolve-se pensando nisso montar um
projeto onde se possa vir auxiliar possibilidades de melhoria na leitura e na
escrita como um todo. Despertar assim em todos que participarem do projeto o
gosto pela leitura e a escrita como fonte de prazer e sabedoria.
OBJETIVO
GERAL
Estimular os alunos a um processo de
leitura permanente para estar continuamente atualizados frente aos desafios e
perspectivas do mundo moderno, ajudando - os a se tornarem sujeitos leitores e
escritores.
OBJETIVOS
ESPECÍFICOS
·Entender que a leitura e a escrita desafiam nossa imaginação e
possibilita nosso crescimento intelectual;
·Utilizar diferentes linguagens como meio para produzir, expressar e
comunicar suas ideias;
·Permitir a construção de pontos de vista de uma visão de mundo, e
atribuição de sentido;
·Incentivar a formação de leitores;
· Despertar o gosto pela leitura, formando estudantes mais críticos,
coerentes e com maior facilidade de interpretação;
· Ampliar o vocabulário, as experiências de leitura com o grupo e
individualmente;
· Incentivar o estudante a compreender e utilizar melhor as regras
ortográficas da Língua Portuguesa;
· Oportunizar a todos o acervo de inúmeras obras literárias de variados
autores, buscando sempre, ampliar seus conhecimentos e suas capacidades
criativas;
·Propiciar a todos o acesso a biblioteca escolar
FUNDAMENTAÇÃO
TEÓRICA
Partindo da compreensão de Educação como
“processos formativos que se desenvolve na vida familiar, na convivência
humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos
sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais” e do
entendimento que “a educação básica tem por finalidade desenvolver o educando,
assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e
fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores” (Art.
22, LDB 9.3494/96), é que foi feito esse projeto a fim de proporcionar a essa
comunidade escolar o livre acesso a toda e qualquer tipo de leitura.
Todo essa perspectiva de trabalho remete ao
sentido e significado do seu fazer: o primeiro é o de aprender, sendo a
aprendizagem sempre intencional, mesmo quando lúdica, em seu processo há
algumas perguntas importantes: - aprender o quê? – aprender como? – aprender
para quê? Podemos dizer que aqui se encontra o núcleo do trabalho pedagógico,
do qual participam o material a ser trabalhado, as condições de compreensão dos
participantes, as interações e mediações pedagógicas, as aprendizagens e
conhecimentos em processo de construção; o segundo é o sentido e o significado
da própria aprendizagem: Aqui podemos perceber a perspectiva da superação da
educação bancária incansavelmente criticada por FREIRE. E o que Freire
questionava? – Que os conceitos e teorias não são entidades com razão de ser em
si mesmas, e que, portanto, o conhecimento e as aprendizagens têm relação com o
mundo em que vivemos; - Que ninguém é tão sábio a ponto de saber tudo, e
ninguém é tão ignorante que não saiba nada, remetendo à relação pedagógica professor
e aluno; - Que o processo da aprendizagem tem como ponto de partida a “leitura
de mundo”, complementada e dialeticamente tencionada pela “leitura da palavra”.
A leitura é de fundamental importância na
vida das pessoas, pois através dela é que se adquire novas ideias, e se obtém
informações necessárias. A leitura contribui para o prazer pessoal e amplia os
interesses do indivíduo. Todas essas conquistas podem levar a uma vida bem
sucedida.
Sabemos que essa tarefa mental se amplia
num processo reflexivo à proporção que as ideias se ligam em unidades de
pensamento cada vez maiores. O processo mental, no entanto, não consiste apenas
na compreensão das ideias percebidas, mas também na interpretação e avaliação.
Para todas as finalidades práticas, tais processos não podem separar-se um do
outro; fundem-se no ato da leitura.
A leitura ajuda no desenvolvimento e na
personalidade do indivíduo, e é um dos aspectos mais importantes para o aluno
como ponto de partida para a aquisição de conhecimentos, meios de comunicação e
socialização.
Para abordarmos aspectos relativos ao
ensino da leitura é importante sabermos o significado do ato de ler.
Ler é um processo dinâmico e ativo
implicando não só, a apreensão do significado do texto, mas a incorporação de
nossa experiência e visão de mundo como leitor. A cada leitura essa interação
dinâmica leitor/texto favorece a produção e a escrita de novo conhecimento e a
expressão de uma linguagem diferenciada. Ao conhecer o ato de ler como um processo
dinâmico, naturalmente, está priorizando a formação de um leitor crítico e
criativo.
Ler é quase comentar um texto; é sublinhar,
com a voz, as palavras essenciais... É ainda se colocar em harmonia com os
sentimentos que o autor exprime entregá-los e comunicá-los em torno de si: um
sorriso, uma voz emocionada, olhos em que se podem ver lágrimas despontando,
tudo isso é um comentário que dura longamente. Uma fisionomia fala tanto quanto
a voz. (Bulletin Pédagogique du Pas-de Calais, 1907 apud: Chartier &
Hébrard. p.261)
A leitura é um ato que, também, depende
de estímulo e motivação. A prática da leitura é uma tarefa essencial para a
construção do conhecimento e um
deflagrador do sentimento e opinião crítica do indivíduo. Ao propor atividades
de leitura aos alunos, será levado em conta o gosto que os mesmos possuem pelo
ato de ler. Mostrar que a leitura comparada ao cinema, ao rádio e a televisão,
tem vantagens únicas. Em vez de precisar escolher dentre variedade limitada,
posta a sua disposição por cortesia do patrocinador comercial, ou entre filmes
disponíveis no momento, o leitor pode escolher dentre os melhores escritores do
presente ou do passado.
Lê onde e quando mais lhe convém, no
ritmo que mais lhe agrada, podendo apressar ou retardar a leitura,
interrompe-la, reler ou parar para refletir, o seu bel-prazer. Lê o que ,
quando, onde e como bem entende. Essa flexibilidade garante o interesse
contínuo pela leitura, tanto em relação à educação quanto ao entretenimento.
GUEDES e SOUZA afirmam em seu artigo intitulado Não apenas o texto, mas o
dialogo em língua escrita é o conteúdo da aula de português, que ‘ ler é
produzir sentido: ensinar a ler é contextualizar textos: o leitor atribui ao
texto que tem diante de si o sentido que lhe é acessível. Então conclui se que
quanto mais acesso ao mundo da leitura, mas conhecimento os alunos estarão
adquirindo e percebendo o quanto é bom ler e fácil escrever.
METODOLOGIA
Para se trabalhar o tema proposto, faz-se
necessária primeiramente uma sondagem das condições socioculturais do educando
e da comunidade escolar a fim de compreender e identificar o nível de leitura e
produção necessária para o efetivo trabalho intelectual. Partir-se-á então
daquilo que é próprio de seu cotidiano, não, porém deixando de lado informações
inerentes ao crescimento como ser social.
A partir dessa sondagem é que se podem
traçar diretrizes norteadoras do trabalho, buscando sempre corresponder às
expectativas de todos enquanto leitor. A leitura e discussão base de toda
atividade serão trabalhadas de forma a desenvolver o senso crítico e habilidade
de construção do texto escrito, considerando-se sempre o educando como sujeito
ativo na construção de seu próprio trabalho.
Sendo assim, todos terão em mãos textos e
atividades variadas que lhes proporcionam a visão da importância do ato de ler
e compreender textos desde os clássicos de leitura juvenil, bem como de
produzir textos criativos e informativos como forma de participar diretamente
do mundo em que vive e porque não influenciá-lo?
Regulamento.
·
Os participantes
do projeto receberão uma ficha de identificação a qual anotaram as informações
pessoais de si mesma e da obra lida;
·
Terão que
apresentar no final de cada mês um dos livros lido durante o mês referido;
·
Os livros a
serem lidos devem conter no mínimo 80 páginas sem desenhos;
·
Os participantes
só poderá pegar outro livro para ler no mínimo de 3 livros após ter pego o
mesmo;
·
O professor
regente fará a vistoria nas fichas de leitura no final de cada bimestre;
·
Se após a
vistoria das fichas forem encontras apenas o resumo que contem atrás da obra, o
aluno será automaticamente desclassificado;
·
O leitor do
bimestre será destacado com seu nome no mural e premiado com um brinde
simbólico;
·
O aluno que mais
ler livros durante todo o período do projeto também será premiado assim como a
turma que mais participarem.
Ao longo dos anos percebe-se a evolução
do conceito de avaliação da aprendizagem, uma concepção tecnicista em que
avaliar significava medir, atribuir nota, classificar, para uma concepção de
avaliação crítica vista em um contexto sociopolítico-cultural.
A prática da avaliação se explicita por
uma relação autoritária, conservadora, que coloca os alunos como objetos,
apassivados. Esse exercício autoritário provém do poder que tem a avaliação e
que permite ao professor manter a disciplina, o silêncio, a atenção dos alunos
etc.
Acreditamos em uma avaliação que parta de
uma concepção de apreensão de conhecimento nem estática, nem cumulativa, mas
dinâmica, contraditória e criativa. O aluno é visto como sujeito do processo,
ativo, que não só memoriza e reproduz conhecimentos, mas também os constrói.
De acordo com os PCNs (1998), a
avaliação é parte importantíssima no processo educacional, que vai muito além
da realidade tradicional, focalizando o próprio controle externo do aluno por
meio de notas e também os conceitos que não poderíamos deixar de abordá-los.
Portanto e de acordo com os PCNs
(p.79):
“a função da
avaliação é alimentar, sustentar e orientar a ação pedagógica e não apenas
constatar um certo nível de conhecimento do aluno... torna- se deste modo uma
atividade iluminada e alimentadora do processo do ensino, aprendizagem, uma vez
que dá retorno ao professor sobre como melhorar a qualidade do ensino,
possibilitando correções no percurso, e retorno ao aluno sobre seu próprio
desenvolvimento”.
Após essa breve afirmação inserida nos
PCNs, a avaliação ocorrerá através da efetuação do processo gradativo e
contínuo, em que estaremos analisando possíveis falhas e oportunizando as
correções necessárias, dessa forma, o aluno é participante ativo do processo de
avaliação, em todos os seus momentos, também se auto-avaliando. Participação na avaliação é sinônimo
de avaliação permanente. Aprender a avaliar-se e a criticar-se para melhorar é
a contribuição central da participação para a avaliação.
DESCRIÇÃO DAS
ATIVIDADES
As atividades a serem trabalhadas serão escolhidas de acordo com o que
se julga necessário para incentivar a leitura.
Portanto, para que isso se realize, serão usadas atividades diversas
como:
v Cartazes;
v Desenhos;
v textos
verbais e não verbais;
v músicas;
v dramatização;
v brincadeiras;
v leitura
de: contos, jornais, revistas em quadrinhos, poemas etc;
v Ilustrações
de contos, poemas etc;
v Reconto
de textos e/ou livros lidos;
As quais
contribuirão para o raciocínio e entendimento da leitura para uma boa produção
de texto confecções de trabalhos com diferentes tipos de abordagens.
MATERIAIS
·Livros de literatura
Infanto-juvenil
·Papel pardo
· Papel laminado
· Papel camurça
· Cola
· Barbante
· TNT
· Lápis de cor
· Tinta para impressora
· Papel A4
·canetinhas
·Papel collorset
· Papel cartão
· Revistas em quadrinho
· Revistas: Veja, horóscopo,
fofocas, e outras.
·Pirulitos
·Balas
·Bombons
·cola quente
·E.V.A
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
Conteúdos
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Fev.
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Mar.
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Abr.
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Maio
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Jun.
|
Jul.
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Ago.
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Set.
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Out.
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Nov.
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Sondagem e Ident. Sócio/Cul
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X
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Apres. Diversas formas de leitura
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Leitura das literaturas
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Produção textual
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Dinâmica de grupo
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Leitura coletiva de textos
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Montar Jograis
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X
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Ilustrações de contos, poemas etc
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X
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Varal de poesias
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X
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Encenações teatrais
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X
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Encerramento
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X
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Orçamento
Quant
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Materiais
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Valor uni
|
Valor total
|
1
|
Papel pardo
|
R$45,00
|
R$45,00
|
1
|
Cola (litro)
|
R$ 9,50
|
R$ 9,50
|
50m
|
TNT
|
R$ 1,39
|
R$69,50
|
10
|
Lápis de cor
|
R$3,30
|
R$19,80
|
5
|
Tinta para impressora
|
R$
|
R$
|
5 resmas
|
Papel A4
|
R$ 12,99
|
R$ 38,97
|
10
|
Papel cartão
|
R$ 0,99
|
R$ 9,90
|
10
|
Papel colorset
|
R$ 0,75
|
R$ 7,50
|
10pct
|
pirulitos
|
R$
|
R$
|
10pct
|
balas
|
R$
|
R$
|
10pct
|
bombons
|
R$
|
R$
|
6cx
|
canetinhas
|
R$ 4,20
|
R$ 16,80
|
|
Alimentação ( lanche)
|
R$20,00
|
R$180,00
|
|
Passeio no balneário
|
|
|
1
|
Transporte
|
NEGOCIAR
|
NEGOCIAR
|
15
|
EVA
|
R$ 1,99
|
R$ 19,90
|
30
|
Cola quente
|
R$ 0,75
|
R$ 15,00
|
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CONSELHO
NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Diretrizes
Operacionais para a
Educação
Básica nas Escoas do Campo. Resolução n. 1, de 3 de abril de
2002,
Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação.
LEI DE
DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL –LDB. Lei no.
9.394 de
dezembro de 1996. MEC
MELLO JR,
José.O livro Digital: Revista Editor, ano 2 - Nº 8 - Fevereiro /
Março 2000.
26/11/2006
A era dos
e-books. Disponível em:
local=/ebookzine/a_revolucaonaleitura.htm
> acesso em 25/11/2006.
O que é
projeto. Disponível em: http://www2.furg.br/supext/faq/faq10.html>
acesso em
25/11/2006
BAMBERGER,
Richard. Como Incentivar o Hábito de
Leitura. 2ª Ed. São
Paulo – Editora
Ática, 1986.
LAJOLO,
Marisa. Do mundo da Leitura Para a
Leitura do mundo. Editora
Afiliada –
São Paulo, 6ª Ed – 2001.
AGUIAR,
Vera Teixeira. Leitura em crise na
escola: as alternativas do
professor.
5ª Ed. Porto Alegre, 1985.
GUEDES,
Paulo Coimbra. SOUZA, Jane Mari de. Ler e escrever
compromisso
de todas as áreas. 8. ed. - Porto
Alegre : Editora da UFRGS,
2007.
FRANCHI, Eglê. E as
crianças eram difíceis...A redação na escola.
São
Paulo, Martins
Fontes, 1984.
MATO GROSSO. Secretaria de Estado de Educação. Escola
Ciclada de Mato Grosso: novos tempos e espaços para ensinar – aprender a
sentir, ser e fazer. Cuiabá: Seduc, 2000.
PCNS:
terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília:
MEC/SEF,
2001
PROJETO VIOLÃO NA ESCOLA
I –IDENTIFICAÇÃO
Título: Projeto “Violão na Escola”
Promoção: E.E.E.F.M. “José de Anchieta”
– Cabixi – RO.
Abrangência: Alunos do ensino fundament
Beneficiários diretos: Alunos do Ensino
Fundamental e Médio matriculados na E.E.E.F.M. “José de Anchieta”
Adaptação do Projeto: Prof Paulo Cesar
Tomazzelli
II – O Projeto “Violão na Escola”visa
incentivar as atividades musicais no âmbito escolar, em vista da sanção da lei
11.769, que determina a obrigatoriedade da música na educação básica.
III – Sabemos que a música, dentre as
artes, é a maior força de expressão das emoções humanas e que, para as crianças
em fase de desenvolvimento e aprendizado do mundo, e aos adolescentes, como
forma de expressar ou substituir a tão famosa “rebeldia”, característica da
idade, a mesma propicia uma forma de equilíbrio, tanto físico como emocional,
além de agir como estimulante da inteligencia. Contém um grande potencial
educativo e suas atividades, corretramente dirigidas, constituem-se em meio
eficaz para levar o educando ao seu desenvolvimento integral como ser human
O Grande interesse das pessoas pela
música e a necessidade de um conhecimento musical para a formação do indivíduo
são os elementos motivadores deste projeto.
Facilitar o acesso das pessoas a este
universo é uma tarefa que pode ser objetivada mediante a compatibilização
destes motivos com uma instrução direcionada e esclarecedora, que tenha em sua
proposta, a ampliação da formação do indivíduo e de sua visão de linguagem e do
mundo.
O violão, instrumento ligado à cultura
brasileira, pode perfeitamente ser o canal de ligação entre o desconhecido e a
música, entre o desejo e o instrumento.
Além disso, sendo um instrumento
versátil, o violão pode ser utilizado, ou melhor, tocado de diversas maneiras.
Como instrumento solista ou acompanhante, executando músicas populares ou
clássicas,enfim, sendo um instrumento que possibilita diferentes pessoas entrar
em contato com o mundo musical, conhecendo ou aperfeiçoando o que já fazem. É
Na certeza de poder trabalhar com esse universo que este projeto se
justifica.
IV – OBJETIVOS
Objetivo Geral
Propiciar aos educandos da nossa
comunidade uma forma de educação musical que possibilite um desenvolvimento
mais harmonioso de suas potencialidades, de sua capacidade estética e
intelectual para uma vida social mais produtiva.
Objetivos
Específicos:
- Introduzir o aluno no processo de iniciação musical, ensinando as notas e ritmos musicais através de jogos, marchas, bandas e principalmente, aprendendo violão;
- Formar e implementar conjuntos de violão na escola;
.Realizar
apresentações na escola e na comunidade.
V – METODOLOGIA
A metodologia do
Projeto Iniciação Musical com Introdução ao Violão está amparada na
participação dos pais, alunos, professores e direção, visando a cooperação
mútua.
Os procedimentos
pedagógicos a serem utilizados serão, preferencialmente, lúdicos e motivadores
e que permitam que a criatividade do educando seja desenvolvida por meio da
livre expressão.
5.1 A quem se
destina
O curso será
destinado a alunos da faixa etária entre 11 a 18 anos. Os mesmos poderão ser
iniciantes ou com conhecimento prévio do instrumento.
5.2 Formato do
Trabalho
As aulas serão realizadas no
contraturno, em grupo de no máximo 4 alunos, com duração de 60 minutos, duas
vezes por semana, podendo ser modificado de acordo com a dinâmica da
organização.
Os alunos serão previamente
entrevistados para a formação dos grupos. Na medida do possível, será buscada
uma melhor adequação dos alunos em cada grupo, segundo grau de conhecimento e a
idade dos participantes. Espera-se com isto, obter uma maior homogeneidade no
nível dos alunos. O interesse e o gosto musical também poderão ser considerados
enquanto critério para formação dos grupos.
A Frequência será de uma vez por semana
e o horário, a combinar.
5.3 As atividades consistirão em
convivência musical, desenvolvimento rítmico, parâmetros do som,
desenvolvimento da percepção auditiva, criação e formação de grupo musical,
leitura relativa, leitura obsoluta, conceitos e outras atividade
direcionadas através da música. Além de cantar, tocar, movimentar-se, marcar ritmos,
desde a aula o violão estará presente.
Nas aulas também serão abordados
aspectos práticos do instrumento como afinação, maneira de tirar o som, ritmos,
cifras, tipos de acordes, sequências harmônicas, aplicação de ritmos para
acompanhamento, etc., além da musicalização propriamente dita.
Sempre haverá
material para ser estudado pelos alunos durante a semana, na medida em que
pratica individual será necessária para complementação do trabalho.
5.4
Conteúdo
O Conteúdo aqui descrito serve apenas
como base do trabalho, uma vez que poderá haver diferença entre grupos no que
se refere ao nível de conhecimento e idade.
5.4.1
Conteúdos de musicalização:
- Ordenação dos nomes das notas em graus conjuntos e terças;
- Notação musical gráfica: aproximada e notação convencional, leitura relativa e leitura absoluta;
- Alturas: movimento sonoro, planos de altura, padrões melódicos diatônicos, intervalos;
- Durações: sons curtos e longos, figuras e pausas, relação de dobro e metade, valor relativo das figuras, compassos simples e compostos;
- Escalas maiores e menores, armaduras de clave, enarmonia, sinais e convenções diversas.
5.4.2
Conteúdos de prática instrumental (Violão)
- Conhecimento do violão – breve história;
- Cordas soltas;
- Utilização da mão direita;
- Utilização da mão esquerda;
- Exercícios combinados de mão esquerda e direita;
- Ritmos;
- Aplicação de ritmos para aconpanhamento
- Escala cromática;
- Afinação;
- Cifras e acordes básicos;
- Noções de tablatura;
- Escala maior;
- Campo harmônico;
- Acorde com sétima;
- Acordes com outras dissonâncias;
- Exercícios com outros acordes;
- Escala menor;
- Campo harmônico;
5.5
Repertório Básico
As músicas escolhidas são apenas uma
referência de grau de dificuldade que serão utilizados nas aulas. O repertório
poderá ser mudado em função do interesse e da necessidade dos alunos.
- Músicas folclóricas;
- Música comercial;
- Pequenas peças do livro “Iniciação Musical”;
- Asa Branca (Luiz Gonzaga);
- Chove chuva (Jorge Benjor);
- Trem das Onze (Adoniram Barbosa);
- Tarde em Itapoã (Vinícius de Moraes);
- Flor de Lis (Djavan);
5.6
Atividades extra
Durante
o curso os alunos serão convidados a participar de audições, seções de vídeo,
“master class”, apresentações externas e outras atividades que poderão
enriquecer a formação.
VI – INSTRUMENTOS
\EQUIPAMENTOS\RECURSOS NECESSÁRIOS
A Escola disponibilizará Professor de
Musicalização e Prática Instrumental, violões, sala ampla, arejada e iluminada,
com carteiras escolares, quadro branco, um armário de aço para a guarda dos
materiais, mesa tipo escrivaninha, pastas em papelão, com elásticos,
pincéis para quadro, estantes de partitura, livro tipo Diário de Classe para
registro de frequência e aproveitamento.
PROEMI
PROJETO DENGUE
O
Projeto Escolar de combate a dengue será realizado pelos alunos do Ensino Médio
da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio José de Anchieta pertencentes
ao PROEMI (Programa Ensino Médio Inovador) em parceria com a FUNASA (Fundação
Nacional de Saúde) no município de Cabixi – RO no mês de março de 215.
OBJETIVO
GERAL
O
projeto tem como objetivo principal a conscientização da população sobre como
evitar o mosquito da Dengue e mostrar aos alunos in loco onde estão os
criadouros do mosquito.
OBJETIVOS
ESPECÍFICOS
Conscientização
da populaçãopara contribuir com a
eliminação dos focos do mosquito;
Conhecer
in loco os criadouros do mosquito;
O
que fazer para evitar o mosquito;
Conhecer
o trabalho de combate ao mosquito;
Participar
do trabalho de bloqueio ao mosquito, feito com fumacê;
Conhecer
na prática a identificação das larvas do mosquito;
Saber
quais as doenças que o mosquito pode transmitir;
Ouvir
palestras de funcionários da FUNASA sobre a dengue;
Conhecer
os instrumentos de atuação da FUNASA;
Valorizar
e dar condições para o bom trabalho dos funcionários da FUNASA;
JUSTIFICATIVA
O
projeto de combate ao mosquitotransmissor da dengue é uma atividade de caráter
educativo , preventivo e de saúde, visto que a dengue é uma realidade em nosso
município e em nossa região. Sendo assim o aluno e a comunidade podem
contribuir para contribuir com a extinçãoe com os focos do mosquito.
DESENVOLVIMENTO
O
projeto terá inicio com um trabalho de campo envolvendo grupos com funcionário
da FUNASA juntamente com alunos, os quais coletarão dados e informações em
diferentes pontos da cidade. Depois deste trabalho em campo teremos à análise
dos dados e informações coletadas e explicadas por funcionários da FUNASA e por
agentes da saúde.
MOTIVADORES
Sugestão
de professores da escola;
Interesse
dos alunos frequentadores do programa;
Atender
metas do PROEMI (Programa Ensino Médio Inovador);
Projeto
de interesse da FUNASA (Fundação Nacional de saúde).
RECURSOS
FINANCEIROS
Sem
custo financeiro para o programa.
RECURSOS
HUMANOS
Coordenador
e professores do programa;
Alunos
participantes do programa;
Funcionários
da FUNASA;
Agentes
de saúde.
PÚBLICO
ALVO
Alunos
do Ensino Médio da E EE F M José de Anchieta;
Coordenador
e professores;
População
da cidade.
Equipe
da FUNASA e da saúde.
AVALIAÇÃO
Será
realizada através de auto avaliação dos participantes, palestras com
funcionários da FUNASA, agentes de saúde e com relatórios dos alunos sobre
todas as etapas desse projeto.
PROJETO
MOBILIZAÇÃO E PREVENÇÃO NO COMBATE A DENGUE
CURSO DE PRODUÇÃO DE TEXTOS:
MOBILIZAÇÃO E PREVENÇÃO NO COMBATE A DENGUE
Professora Vera
professora Rita Maisa
disciplina: ciências
CURSO DE PRODUÇÃO DE TEXTOS:
ASPECTOS
TEÓRICOS, METODOLÓGICOS, E PRÁTICOS
COORDENAÇÃO:
PROFESSOR ELCI RAMOS
CABIXI
2014
INTRODUÇÃO
Vivemos épocas
extremamente difíceis, frente a um mercado de trabalho, cada vez mais, competitivo
e exigente quanto à qualificação de profissionais. Assim, quando falamos em
capacidade de mão de obra, obrigatoriamente, temos que pensar essa questão na
perspectiva da educação. Pois, se há uma exigência tão grande por parte do
mercado, a qualidade da educação tem que prever e se antecipar a essa demanda,
oferecendo um ensino de melhor qualidade. Pensando nisso, este curso de
produção de textos busca a habilitação do aluno para enfrentar o ENEM, os
vestibulares, e os concursos, uma vez que esses momentos são fundamentos do
processo de admissão nas universidades e no mercado de trabalho.
Nestas perspectivas,
este curso propõe:
CONTEÚDOS
PROGRAMÁTICOS
Trata-se de um ensino da Língua
portuguesa. O conteúdo programático reúne
temas abordados regularmente ao longo do trabalho teórico e prático de ensino
de português, nos níveis fundamental e médio. Os conteúdos foram escolhidos em
uma sequência lógica e orientada, para ajudar o aluno a construir o seu conhecimento
a partir da base. Fundamentalmente, serão vistos conteúdos sobre: Concepções de
Leitura, Texto, e Linguagem; O diálogo entre esses conceitos; Tipologia e
Gêneros textuais. Todas as informações pertinentes estão na apostila,
especialmente elaborada para o curso.
OBJETIVOS
Oportunizar o conhecimento da teoria da redação;
Desenvolver as habilidades de produção e interpretação de textos; Realizar
atividades que possibilitem o desenvolvimento prático da produção de textos;
Criar situações de uso real da língua formal.
PÚBLICO ALVO
O curso de produção de textos será ofertado para alunos
do terceiro ano do ensino médio, das Escolas José de Anchieta e CEEJA Seis de
Julho, em Cabixi, RO.
METODOLOGIA
A utilização de material didático: Apostila, contendo aspectos teóricos e metodológicos; o quadro de
giz; material de apoio xerocado. Quanto à parte prática: serão produzidos
textos: Descritivos, Narrativos, dissertativos; Os textos serão analisados pelo
professor, depois será feita uma análise em conjunto com cada aluno, em
seguida, devolvidos para eventuais correções; Abordagem gramatical: serão
analisados aspectos gramaticais, a partir das dificuldades reais, apresentadas
nos textos produzidos pelos alunos. Serão realizadas dinâmicas e atividades
lúdicas, que visem melhor assimilação dos conteúdos.
INSTRUMENTOS DE
AVALIAÇÃO
Exercícios em sala de aula, nas formas escrita e oral.
Os exercícios serão analisados e devolvidos para eventuais correções. Portanto, haverá a participação escrita e
oral dos alunos que oportunizem a observação da compreensão.
CRONOGRAMA
Esse curso, que já foi aplicado em 2012 e 2013, com
sucesso, na Escola José de Anchieta, será desenvolvido ao longo do primeiro
semestre letivo, de 2014, concomitantemente com o componente curricular de
português do terceiro ano do ensino médio.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A expectativa é de que, ao final deste curso de
produção de textos, o aluno saiba mais que manejar bem as técnicas para uma boa
redação. Mas, que o aluno conheça os aspectos filosóficos da produção de textos:
A teoria, os conceitos, os fundamentos, e os pressupostos da redação, bem como,
conheça a natureza do texto, e as suas implicações, tais como os significados
de Texto, de Leitura, e de Linguagem. Que o curso oportunize o desenvolvimento
da capacidade de raciocinar, as habilidades de criação, assim como o senso
crítico.
BIBLIOGRAFIA
KLEIN, Lígia Regina. Fundamentos
teóricos da língua portuguesa. Curitiba, IESDE, 2006.
FREIRE, Paulo. A
importância do ato de ler. 45 ed. São Paulo, Cortez, 2003.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática
e Interação. Uma proposta para o ensino da gramática no 1º e 2º graus. 4º
ed., São Paulo: Cortez, 1998.
MARTINS, Maria Helena. O
que é leitura. 19 ed. São Paulo, Brasiliense, 1994.
KLEIMAN, Ângela. Texto
e Leitor: Aspectos Cognitivos da Leitura. Campinas, SP: Pontes, 9 ed. 2004.
CAMPOS, Flávio de. Renan Garcia Miranda. A Escrita da História. 1. Ed. São
Paulo: Escola Educacional, 2005.
ALÓS, Anselmo Peres. Em
busca de um percurso singular de sentidos. Artigo. Universidade Federal do
Rio Grande do Sul, 2003.
ORLANDI, E. (2002). Análise
de Discurso. Princípios e Procedimentos. 4. Ed. Campinas: Pontes.
ESCOLA
ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO JOSE DE ANCHIETA
PROFESSORAS:
PAULA ANDRÉIA DO N. RAMOS
LEONORA
DISCIPLINA:
CIÊNCIA
REAÇÕES
QUÍMICAS
CABIXI/RO
2014
1.
Introdução
Reação
química é um processo em que novas substâncias são formadas a partir de outras.
Existem vários exemplos cotidianos de reação química. Entre eles estão: a
formação da ferrugem num pedaço de palha de aço, o apodrecimento dos alimentos,
a queima de gás num fogão, a queima de gasolina ou diesel no motor de um
veículo, entre outros exemplos. A ocorrência de uma reação química nem sempre é
fácil de perceber. Algumas só podem ser percebidas em laboratórios equipados
para separar componentes das misturas obtidas e determinar suas propriedades.
Geralmente
as pessoas acham que Química é substância que faz mal à saúde, é importante
saber que ela é uma ciência com muitas aplicações importantes para a sociedade.
Um evento marcante na história da humanidade foi o domínio do fogo, e a
combustão, talvez, tenha sido uma das primeiras reações químicas que o ser
humano passou a provocar e controlar de forma consciente.
Considerando-se
a importância da química no cotidiano das pessoas e no aprendizado dos alunos,
o projeto “Reações Químicas”, terá a seguinte estrutura:
1.1 Objetivos
1. 1. 1
Geral
Colocar
o aluno em contato com substâncias que podem provocar diferentes tipos de
reações químicas produzindo novas substâncias dessas reações.
1.1. 2
Específicos
·
Experimentar diferentes reações químicas com
substâncias que são utilizadas no cotidiano;
·
Usar o conhecimento sobre as misturas de
substâncias que provocam reações;
·
Identificar os produtos produzidos pelos
reagentes;
·
Desenvolver a capacidade de observação dos
resultados da experiência;
·
Interpretar os resultados dos experimentos.
1.2 Justificativa
Sabendo-se
que a química está presente na vida de todas as pessoas, inclusive de todos os
seres vivos, pois todos apresentam metabolismo onde diversas substâncias são
transformadas para manter os seres com vida, faz-se necessário conhecer o
quanto as transformações de determinadas substâncias, em outras, são
importantes.
1.3 Metas
Despertar o interesse do aluno por ideais
científicas e pela ciência como maneira de entender melhor o mundo que os
cerca.
1.4 Metodologia
Aula expositiva, com exibição de experimentos pesquisados
e realizados pelos alunos.
1.5 Cronograma
O projeto será desenvolvido dia 05 e 06 de junho de 2014.
1.6
Avaliação
Será
avaliado a participação dos alunos na confecção do trabalho, desempenho e a clareza na exposição dos experimentos.
O PRAZER DA LEITURA E DA ESCRITA
ESTADO DE RONDONIA
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇAO DO ESTADO DE RONDONIA
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO JOSÉ DE
ANCHIETA
O PRAZER DA
LEITURA E DA ESCRITA
MARLI
VIEIRA LOPES
CABIXI,
2014
INTRODUÇÃO
O presente
projeto intitulado O prazer da leitura e da escrita, será oferecido para toda a
comunidade escolar da Escola Estadual de
Ensino Fundamental e Médio situada na Av.: Guarani, Cabixi-Rondonia, como projeto pedagógico, destina-se a atender
alunos dos 6º Ano A e B e 7º Anos A,B,C e D. E têm como proposta fundamental incentivar
os participantes a valorizar, sistematizar, organizar e superarem as
dificuldades na leitura e na produção de texto e incentivar a comunidade a
participar efetivamente da vida escolar,
sem ter que sair do seu ambiente social para a superação dessas
dificuldades.
As políticas
públicas sociais e educacionais estão sendo elaboradas de modo a oferecer uma
educação de qualidade para todos, porque a Educação é um direito de todos.
Assim, segundo essa visão, a educação se deve realizar como um instrumento do
desenvolvimento e este se concretizam e materializam no dia-a-dia dos homens e
mulheres, na realidade onde vivem.
A prática da leitura se faz presente em nossas
vidas desde o momento que começamos a “compreender” o mundo à nossa volta. No
constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam,
de perceber o mundo sobre diversas perspectivas, de relacionar a realidade
ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos os casos
estamos, de certa forma, lendo – embora, muitas vezes, não nos demos conta.
Desse modo, a leitura se configura com um poderoso e essencial instrumento libertário
para a sobrevivência do homem.
Há,
entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o
desejo do leitor. A leitura não pode se tornar uma obrigação, porque quando ela
se transforma em obrigação, a leitura se resume em simples enfado. Para
suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, daremos aos nossos alunos
o direito de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar,
ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados estes direitos, o leitor, da mesma forma,
passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo
indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa
relação de amor na qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Acredita-se
também que o hábito da leitura é fundamental para a prática de produção de
texto, pois o fracasso na produção de texto deve-se justamente ao fato de haver
pouca leitura. Sendo assim, o propósito deste trabalho é, acima de tudo
incentivar a leitura em todos os seus aspectos e criar condições para que tais
atividades se desenvolvam de modo eficiente e produtivo.
A partir
desta proposta elaborou-se este projeto com a finalidade de levar o
conhecimento de interação social, cultural e intelectual entre alunos e
comunidade escolar, uma vez que partimos da sua realidade torna-se assim, mais
eficaz e agradável.
JUSTIFICATIVA
Pensando nos direitos dos alunos, nos
deveres do Professor e na participação da comunidade, foi elaborado esse
projeto como uma forma de constituir melhorias na vida dos beneficiados, eles
poderão se infiltrar no mundo da leitura descobrindo o prazer de ler, reler e
escrever/contar o que leu. É papel da Escola fazer a diferença, ter ligação com
o meio, ter compromisso, influenciar e deixar ser influenciada pela realidade
onde está inserida e da qual faz parte.
Para prepararmos os nossos educandos para
esse mundo moderno e contemporâneo, percebe-se a necessidade de prepará-los
para enfrentar essas mutações. Portanto, uma sociedade letrada, precisa saber
ler, escrever e principalmente se comunicar/falar. A valorização social de uma
pessoa, atualmente, está intimamente ligada ao seu desempenho escrito, mas
também ao oral, pela razão da ampla exposição aos meios de comunicação.
Hoje, busca-se dedicar o mesmo tempo de
aprendizagem tanto para a expressão oral quanto para a escrita, como meio de
inserção do jovem na sociedade. Para revigorar a língua escrita, é preciso
inserir-lhe elementos vivos da língua falada, através da prática de leituras
constantes.
Usar bem a língua não significa
necessariamente falar e escrever de modo correto, mas de modo adequado à
circunstância. A principal preocupação não deve ser a de seguir as regras, mas
a de usar a linguagem adequada à situação e ao objetivo em mente.
Pode-se dizer que é através da leitura
que o individuo “pega gosto” pela formação de textos, querendo que todos leem o
que escrevem. O mundo é bom, mas com a leitura, ele torna-se melhor ainda.
Segundo Franchi (1984) há que se promover exercícios linguísticos, procurando
evitar a estigmatização da linguagem das crianças, estimulando a produção de
textos que objetivam, a reforçar a sensibilidade para diferentes usos da
linguagem; levar à compreensão dos fatos de que o uso da linguagem é redigido
por convenção, mas equivalente ao dialeto trazido pela criança. Afirma a
autora:
Os
indivíduos não recebem a língua pronta para ser usada penetram na corrente da
comunicação verbal, ou melhor, somente quando mergulham nessa corrente é que
sua consciência desperta e começa a operar... Os sujeitos não adquirem a língua
materna, é nela e por meio dela que ocorre o primeiro despertar da consciência.
(p.24)
Não se pode afirmar que falar e
escrever bem para a sociedade é o mais importante, e sim, a questão da
adequação vocabular, ou seja, a utilização do registro (fala) no momento certo.
Reconhecer a importância do padrão culto não significa banir para sempre o
falar espontâneo do dia-a-dia. Tudo tem sua hora e lugar.
Então, a leitura passa a ter um papel
efetivo nessa questão, pois ao adquirir a prática de ler textos variados, desde
simples revista em quadrinhos, o jornal cotidiano ou um conto de Machado de
Assis, você passa de um simples “leitor-observador” para um
“leitor-conhecedor”. E isso ajudará muito no que diz respeito ao seu
conhecimento oral e escrito, pois a leitura não só dá “asas a imaginação”: ela
faz você interagir socialmente, ativando os seus mais variados conhecimentos,
desde o cultural ao linguístico.
É importante ressaltar que, qualquer que
seja o ramo da atividade, o profissional sabe que o êxito dele depende, além
dos conhecimentos próprios da área, de sua habilidade na leitura, que resultará
em competências quanto ao manejo da língua. Enfim, todo saber é transmitido
através desse instrumento primordial da comunicação humana na qual a leitura é
uma das protagonistas.
Desta forma, para o nosso jovem, que
vem em processo de formação constante, é papel primordial do educador e também
dos responsáveis, criar interesses, orientar esforços e apontar caminhos em
relação à prática de leitura, construindo-o como pessoa e cidadão esclarecido,
crítico e exigente em relação à sociedade em que quer viver. Como diz Paulo
Freire (p. 15, 1996):
“Homens e mulheres são éticos, capazes de
intervir no mundo, de comparar, de ajuizar, de decidir, de romper, de escolher,
capaz de grandes ações...”.
Resolve-se pensando nisso montar um
projeto onde se possa vir auxiliar possibilidades de melhoria na leitura e na
escrita como um todo. Despertar assim em todos que participarem do projeto o
gosto pela leitura e a escrita como fonte de prazer e sabedoria.
OBJETIVO
GERAL
Estimular os alunos, professores em um
processo de leitura permanente para estar continuamente atualizados frente aos
desafios e perspectivas do mundo moderno, ajudando - os a se tornarem sujeitos
leitores e escritores.
OBJETIVOS
ESPECÍFICOS
·Entender que a leitura e a escrita desafiam nossa imaginação e
possibilita nosso crescimento intelectual;
·Utilizar diferentes linguagens como meio para produzir, expressar e
comunicar suas ideias;
·Permitir a construção de pontos de vista de uma visão de mundo, e
atribuição de sentido;
·Incentivar a formação de leitores;
· Despertar o gosto pela leitura, formando estudantes mais críticos,
coerentes e com maior facilidade de interpretação;
· Ampliar o vocabulário, as experiências de leitura com o grupo e
individualmente;
· Incentivar o estudante a compreender e utilizar melhor as regras
ortográficas da Língua Portuguesa;
· Oportunizar a todos o acervo de inúmeras obras literárias de variados
autores, buscando sempre, ampliar seus conhecimentos e suas capacidades
criativas;
·Propiciar a todos o acesso a biblioteca escolar
FUNDAMENTAÇÃO
TEÓRICA
Partindo da compreensão de Educação como
“processos formativos que se desenvolve na vida familiar, na convivência
humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos
sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais” e do
entendimento que “a educação básica tem por finalidade desenvolver o educando,
assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e
fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores” (Art.
22, LDB 9.3494/96), é que foi feito esse projeto a fim de proporcionar a essa
comunidade escolar o livre acesso a toda e qualquer tipo de leitura.
Todo essa perspectiva de trabalho remete ao
sentido e significado do seu fazer: o primeiro é o de aprender, sendo a
aprendizagem sempre intencional, mesmo quando lúdica, em seu processo há
algumas perguntas importantes: - aprender o quê? – aprender como? – aprender
para quê? Podemos dizer que aqui se encontra o núcleo do trabalho pedagógico,
do qual participam o material a ser trabalhado, as condições de compreensão dos
participantes, as interações e mediações pedagógicas, as aprendizagens e
conhecimentos em processo de construção; o segundo é o sentido e o significado
da própria aprendizagem: Aqui podemos perceber a perspectiva da superação da
educação bancária incansavelmente criticada por FREIRE. E o que Freire
questionava? – Que os conceitos e teorias não são entidades com razão de ser em
si mesmas, e que, portanto, o conhecimento e as aprendizagens têm relação com o
mundo em que vivemos; - Que ninguém é tão sábio a ponto de saber tudo, e
ninguém é tão ignorante que não saiba nada, remetendo à relação pedagógica
professor e aluno; - Que o processo da aprendizagem tem como ponto de partida a
“leitura de mundo”, complementada e dialeticamente tencionada pela “leitura da
palavra”.
A leitura é de fundamental importância na
vida das pessoas, pois através dela é que se adquire novas idéias, e se obtém
informações necessárias. A leitura contribui para o prazer pessoal e amplia os
interesses do indivíduo. Todas essas conquistas podem levar a uma vida bem
sucedida.
Sabemos que essa tarefa mental se amplia
num processo reflexivo à proporção que as idéias se ligam em unidades de
pensamento cada vez maiores. O processo mental, no entanto, não consiste apenas
na compreensão das idéias percebidas, mas também na interpretação e avaliação.
Para todas as finalidades práticas, tais processos não podem separar-se um do
outro; fundem-se no ato da leitura.
A leitura ajuda no desenvolvimento e na
personalidade do indivíduo, e é um dos aspectos mais importantes para o aluno
como ponto de partida para a aquisição de conhecimentos, meios de comunicação e
socialização.
Para abordarmos aspectos relativos ao
ensino da leitura é importante sabermos o significado do ato de ler.
Ler é um processo dinâmico e ativo
implicando não só, a apreensão do significado do texto, mas a incorporação de
nossa experiência e visão de mundo como leitor. A cada leitura essa interação
dinâmica leitor/texto favorece a produção e a escrita de novo conhecimento e a
expressão de uma linguagem diferenciada.Ao conhecer o ato de ler como um processo
dinâmico, naturalmente, está priorizando a formação de um leitor crítico e
criativo.
Ler é quase comentar um texto; é sublinhar,
com a voz, as palavras essenciais... É ainda se colocar em harmonia com os
sentimentos que o autor exprime, entregá-los e comunicá-los em torno de si: um
sorriso, uma voz emocionada, olhos em que se pode ver lágrimas despontando,
tudo isso é um comentário que dura longamente. Uma fisionomia fala tanto quanto
a voz. (Bulletin Pédagogique du Pas-de Calais, 1907 apud: Chartier &
Hébrard. p.261)
A leitura é um ato que, também, depende
de estímulo e motivação. A prática da leitura é uma tarefa essencial para a
construção do conhecimento e um
deflagrador do sentimento e opinião crítica do indivíduo. Ao propor atividades
de leitura aos alunos, será levado em conta o gosto que os mesmos possuem pelo
ato de ler. Mostrar que a leitura comparada ao cinema, ao rádio e a televisão,
tem vantagens únicas. Em vez de precisar escolher dentre variedade limitada,
posta a sua disposição por cortesia do patrocinador comercial, ou entre filmes
disponíveis no momento, o leitor pode escolher dentre os melhores escritores do
presente ou do passado.
Lê onde e quando mais lhe convém, no
ritmo que mais lhe agrada, podendo apressar ou retardar a leitura,
interrompe-la, reler ou parar para refletir, o seu bel-prazer. Lê o que ,
quando, onde e como bem entende. Essa flexibilidade garante o interesse
contínuo pela leitura, tanto em relação à educação quanto ao entretenimento.
GUEDES e SOUZA afirmam em seu artigo intitulado Não apenas o texto, mas o
dialogo em língua escrita é o conteúdo da aula de português, que ‘ ler é
produzir sentido: ensinar a ler é contextualizar textos: o leitor atribui ao
texto que tem diante de si o sentido que lhe é acessível. Então conclui se que
quanto mais acesso ao mundo da leitura, mas conhecimento os alunos estarão
adquirindo e percebendo o quanto é bom ler e fácil escrever.
É preciso lembrar que a produção de texto
na escola de levar em consideração o próprio interesse de o educando emergir da
discussão de assuntos relacionados à sua experiência e vivência. Não se
estabelece o produto texto ideal, previamente determinado, mas se respeita o
texto que o aluno pode produzir em relação a seu grau de desenvolvimento.
“É impossível se comunicar verbalmente a
não ser por algum gênero, assim como é impossível se comunicar verbalmente a
não ser por algum texto.” Essa posição defendida por Bakhtin (1997) e também
por Bronckart (1999) é adotada pela maioria dos autores que tratam à língua em
seus aspectos discursivos e enunciativos e não em suas peculiaridades formais.
Essa visão segue uma noção de língua como atividade social, histórica e
cognitiva.
No trabalho com produção de textos é
importante ainda fazer-se uma distinção entre gêneros textuais e tipos
textuais. O primeiro é usado para designar uma espécie de construção teórica
definida pela natureza lingüística de sua composição, ou seja, aspectos
lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas. Cada tipo textual
possui pistas linguístico-discursivas características e as seqüências
linguísticas são norteadoras.
As atividades sociais é que dão origem
a vários deles, constituindo práticas discursivas dentro das quais podemos
identificar um conjunto de gêneros textuais. Os domínios discursivos são as
grandes esferas da atividade humana em que os textos circulam. Para aprender a
escrever um gênero determinado de texto é necessário que os alunos sejam postos
em contato com um corpus textual desse mesmo gênero, que lhes sirva de
referência em situações de comunicação bem definidas e reais.
É função do professor fornecer ao aluno
condições adequadas de elaboração, permitindo-lhe empenhar-se na realização
consciente de um trabalho linguístico que realmente tenha sentido para si, e
isso só é conseguido à medida que a proposição de produção textual seja bem
clara e definida, apresentando-se as “coordenadas” do contexto de produção. É
necessário que o aprendiz possa sentir que realmente está produzindo para um
leitor (que não deve ser apenas o professor), eliminando a exclusividade das
situações artificiais de produção textual tão presentes no cotidiano da escola.
Assim o professor deve propor aos textos
produzidos um outro destino que não seja o cesto de lixo. Os textos devem ser
lidos não apenas pelo professor, todavia devem ser divulgados de forma que um
número maior de pessoas tenha acesso à leitura e a escrita dos mesmos.
METODOLOGIA
Para se trabalhar o tema proposto “leitura
e produção de texto” faz-se necessária primeiramente uma sondagem das condições
socioculturais do educando e da comunidade escolar a fim de compreender e
identificar o nível de leitura e produção necessária para o efetivo trabalho
intelectual. Partir-se-á então daquilo que é próprio de seu cotidiano, não,
porém deixando de lado informações inerentes ao crescimento como ser social.
A partir dessa sondagem é que se podem
traçar diretrizes norteadoras do trabalho, buscando sempre corresponder às
expectativas de todos enquanto leitor. A leitura e discussão base de toda
atividade serão trabalhadas de forma a desenvolver o senso crítico e habilidade
de construção do texto escrito, considerando-se sempre o educando como sujeito
ativo na construção de seu próprio trabalho.
Sendo assim, todos terão em mãos textos e
atividades variadas que lhes proporcionam a visão da importância do ato de ler
e compreender textos desde os clássicos de leitura juvenil, bem como de produzir
textos criativos e informativos como forma de participar diretamente do mundo
em que vive e porque não influenciá-lo?
AVALIAÇÃO
Ao longo dos anos percebe-se a evolução
do conceito de avaliação da aprendizagem, uma concepção tecnicista em que
avaliar significava medir, atribuir nota, classificar, para uma concepção de
avaliação crítica vista em um contexto sociopolítico-cultural.
A prática da avaliação se explicita por
uma relação autoritária, conservadora, que coloca os alunos como objetos,
apassivados. Esse exercício autoritário provém do poder que tem a avaliação e
que permite ao professor manter a disciplina, o silêncio, a atenção dos alunos
etc.
Acreditamos em uma avaliação que parta de
uma concepção de apreensão de conhecimento nem estática, nem cumulativa, mas
dinâmica, contraditória e criativa. O aluno é visto como sujeito do processo,
ativo, que não só memoriza e reproduz conhecimentos, mas também os constrói.
De acordo com os PCNs (1998), a
avaliação é parte importantíssima no processo educacional, que vai muito além
da realidade tradicional, focalizando o próprio controle externo do aluno por
meio de notas e também os conceitos que não poderíamos deixar de abordá-los.
Portanto e de acordo com os PCNs
(p.79):
“a função da
avaliação é alimentar, sustentar e orientar a ação pedagógica e não apenas
constatar um certo nível de conhecimento do aluno... torna- se deste modo uma
atividade iluminada e alimentadora do processo do ensino, aprendizagem, uma vez
que dá retorno ao professor sobre como melhorar a qualidade do ensino,
possibilitando correções no percurso, e retorno ao aluno sobre seu próprio
desenvolvimento”.
Após essa breve afirmação inserida nos
PCNs, a avaliação ocorrerá através da efetuação do processo gradativo e
contínuo, em que estaremos analisando possíveis falhas e oportunizando as
correções necessárias, dessa forma, o aluno é participante ativo do processo de
avaliação, em todos os seus momentos, também se auto-avaliando. Participação na avaliação é sinônimo
de avaliação permanente. Aprender a avaliar-se e a criticar-se para melhorar é
a contribuição central da participação para a avaliação.
DESCRIÇÃO DAS
ATIVIDADES
As atividades a serem trabalhadas serão escolhidas de acordo com o que
se julga necessário para incentivar a leitura e a produção de texto.
Portanto, para que isso se realize, serão usadas atividades diversas
como:
v Cartazes;
v Desenhos;
v textos
verbais e não verbais;
v músicas;
v dramatização;
v brincadeiras;
v leitura
de: contos, jornais, revistas em quadrinhos, poemas etc;
v Ilustrações
de contos, poemas etc;
v Reconto
de textos e/ou livros lidos;
As quais
contribuirão para o raciocínio e entendimento da leitura para uma boa produção
de texto confecções de trabalhos com diferentes tipos de abordagens.
MATERIAIS
·Livros de literatura
Infanto-juvenil
·Papel pardo
· Papel laminado
· Papel camurça
· Cola
· Barbante
· TNT
· Lápis de cor
· Tinta para impressora
· Papel A4
·canetinhas
· Pincéis Atômico
· DVDs (vídeo)
· Papel collorset
· Papel cartão
· Revistas em quadrinho
· Revistas: Veja, horóscopo,
fofocas, e outras.
·Pirulitos
·Balas
·Bombons
·cola quente
·E.V.A
·caneta para retroprojetor
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
Conteúdos
|
abr
|
mai
|
jun
|
jul
|
ago
|
set
|
out
|
nov
|
Sondagem e Ident. Sócio/Cul
|
X
|
|||||||
Apres. Diversas formas de leitura
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
|
Leitura das literaturas
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
Produção textual
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
Dinâmica de grupo
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
Leitura coletiva de textos
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
Montar Jograis
|
X
|
X
|
X
|
X
|
||||
Ilustrações de contos, poemas etc
|
X
|
|||||||
Varal de poesias
|
X
|
|||||||
Encenações teatrais
|
X
|
|||||||
Encerramento
|
X
|
Orçamento
Quant
|
Materiais
|
Valor uni
|
Valor total
|
1
|
Papel pardo
|
R$45,00
|
R$45,00
|
1
|
Cola (litro)
|
R$ 9,50
|
R$ 9,50
|
50m
|
TNT
|
R$ 1,39
|
R$69,50
|
10
|
Lápis de cor
|
R$3,30
|
R$19,80
|
5
|
Tinta para impressora
|
R$
|
R$
|
5 resmas
|
Papel A4
|
R$ 12,99
|
R$ 38,97
|
8
|
Pincéis atômicos
|
R$ 3,30
|
R$ 19,80
|
7
|
DVDs(locação)
|
R$ 4,50
|
R$ 22,50
|
10
|
Papel cartão
|
R$ 0,99
|
R$ 9,90
|
10
|
Papel colorset
|
R$ 0,75
|
R$ 7,50
|
5pct
|
pirulitos
|
R$
|
R$
|
5pct
|
balas
|
R$
|
R$
|
8pct
|
bombons
|
R$
|
R$
|
6cx
|
canetinhas
|
R$ 4,20
|
R$ 16,80
|
4
|
Caneta para retroprojetor
|
R$ 3,99
|
R$ 15,96
|
Alimentação ( lanche)
|
R$20,00
|
R$180,00
|
|
1
|
Transporte
|
NEGOCIAR
|
NEGOCIAR
|
15
|
EVA
|
R$ 1,99
|
R$ 19,90
|
30
|
Cola quente
|
R$ 0,75
|
R$ 15,00
|
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CONSELHO
NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Diretrizes
Operacionais para a
Educação
Básica nas Escoas do Campo. Resolução n. 1, de 3 de abril de
2002,
Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação.
LEI DE
DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL –LDB. Lei no.
9.394 de
dezembro de 1996. MEC
MELLO JR,
José.O livro Digital: Revista Editor, ano 2 - Nº 8 - Fevereiro /
Março 2000.
26/11/2006
A era dos
e-books. Disponível em:
http://ebookcult.com.br/ebookzine/addframe.php?
local=/ebookzine/a_revolucaonaleitura.htm
> acesso em 25/11/2006.
local=/ebookzine/a_revolucaonaleitura.htm
> acesso em 25/11/2006.
acesso em
25/11/2006
BAMBERGER,
Richard. Como Incentivar o Hábito de
Leitura. 2ª Ed. São
Paulo –
Editora Ática, 1986.
LAJOLO,
Marisa. Do mundo da Leitura Para a
Leitura do mundo. Editora
Afiliada –
São Paulo, 6ª Ed – 2001.
AGUIAR,
Vera Teixeira. Leitura em crise na
escola: as alternativas do
professor.
5ª Ed. Porto Alegre, 1985.
GUEDES,
Paulo Coimbra. SOUZA, Jane Mari de. Ler e escrever
compromisso
de todas as áreas. 8. ed. - Porto
Alegre : Editora da UFRGS,
2007.
FRANCHI, Eglê. E as
crianças eram difíceis...A redação na escola.
São
Paulo, Martins
Fontes, 1984.
Paulo, Martins
Fontes, 1984.
MATO GROSSO. Secretaria de Estado de Educação. Escola
Ciclada de Mato Grosso: novos tempos e espaços para ensinar – aprender a
sentir, ser e fazer. Cuiabá: Seduc, 2000.
PCNS:
terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília:
MEC/SEF,
2001
PROJETO OFICINA DO OVO DE PÁSCOA
ESTADO DE RONDONIA
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇAO DO ESTADO
DE RONDONIA
ESCOLA ESTADUAL JOSÉ DE ANCHIETA
OFICINA DO OVO DE PÁSCOA
RESPONSÁVEIS PELA ELABORAÇÃO DO PROJETO:
Marli Vieira Lopes
CABIXI, 18 DE MARÇO DE 2014.
JUSTIFICATIVA
Os ovos de Páscoa têm uma tradição secular. Em 1630,
os fiéis passaram a oferecer ovos aos vigários de suas paróquias. E a tradição
dos ovos enfeitados existe, pelo menos desde o século IV, como comprovam
escavações arqueológicas. Não se sabe ao certo quem primeiro pensou em fazer os
ovos de páscoa em chocolate, mas há informações de que foram os alemães.
A idéia, no entanto, foi aprovada com entusiasmo
pelos brasileiros.
Embora nosso consumo anual de chocolate no país,
seja cerca de 900g/hab./ano (entre os suíços, por exemplo, é de 10kg), por
ocasião da páscoa, somos líderes absolutos no mundo inteiro.
Nosso consumo é de 50 milhões de unidades de ovos de
páscoa, o que equivale mais ou menos a 100 mil toneladas de chocolate.
Por sinal que a história do chocolate também está
cheia de curiosidades.
Sua matéria-prima, o cacau, foi descoberta pelos
astecas, que acreditam que o Deus Qualtzalcoatl trouxera suas sementes do céu.
Cerca de 600 a . C. os maias obtinham do cacau uma
bebida fria e espumosa a que chamavam Tchocolat.
Em 1802, foi aprovada por Cristovão Colombo, mas foi
Fernão Cortez quem levou para a Europa o conhecimento que as tribos primitivas
tinham do cacau e do chocolate.
E só no final do século XVII o chocolate, até então
considerado afrodisíaco, deixou de ser um privilégio reservado para os
governantes e os soldados.
Então, democratizou-se e ganhou o mundo.
Resta lembrar que a forma do ovo explica-se porque
ele contém a vida e, para que a ave nasça, é preciso romper-lhe a casca.
Tal como aconteceu com Jesus Cristo na Ressurreição,
quando Ele levantou a pedra do sepulcro e renasceu para sempre.
Tendo em vista essa informação, buscando através
desse projeto trabalhar com os alunos organizando um trabalho dinâmico,
interessante e acima de tudo interdisciplinar.
OBJETIVOS:
-
Inserir no aluno a idéia da realização do trabalho em
grupo;
-
Possibilitar discussão sobre a forma correta de
confeccionar o ovo de páscoa;
-
Buscar a interdisciplinaridade de conteúdos e
atividades.
-
Elaboração de novas receitas.
ESTRATÉGIAS:
A oficina do Ovo da Páscoa tem como culminância um
trabalho diversificado e que deverá atingir várias atividades riquíssimas em
conhecimento, com as turmas 6º ano A e B.
Partindo da interação de conteúdos será trabalhado
da seguinte forma:
·
PORTUGUÊS
e MATEMÁTICA:
- Trabalhar a receita da confecção do ovo de
páscoa:
-
Ingredientes: quantidade (kg, gr, litro, tamanho,
etc.);
-
Preço dos ingredientes;
-
Análise da receita,
-
Forma correta da execução da mesma;
-
Relatório de como foi confeccionado os ovos, etc.
-
Estudo da ortografia de palavras ainda desconhecidas;
-
Uso do dicionário, para esclarecer algumas dúvidas,
quando da interpretação da receita;
-
Resolução de problemas, envolvendo o consumo de
chocolate entre as pessoas;
-
Diferença de consumo de determinados países;
-
Cotação de preço dos ovos de páscoa;
-
Produções de texto, etc.
·
ARTES:
-
Trabalhar com confecção de fitas, cartões e embalagens
para o os ovos;
-
Ornamentar a sala de aula e a escola com cartazes
referentes ao trabalho realizado;
-
Desenho das diversas formas de ovo de páscoa;
-
Colagem e recortes; etc.
·
CIÊNCIAS:
-
Trabalhar a higiene do local onde se vão fazer os ovos
de páscoa;
-
Fazer uma comparação entre o chocolate e os demais
alimentos;
-
Discutir os problemas que o excesso de doce pode causar
aos dentes e ao organismo;
-
Horário correto de se comer doces; etc.
* HISTÓRIA E GEOGRAFIA:
-
Localizar no mapa (Alemanha) país onde primeiro se
utilizou dos ovos de páscoa;
-
Procurar informações sobre Astecas e Maias;
-
Entender a história da origem do ovo de páscoa; etc.
RECEITA DO OVO DE PÁSCOA:
Ingrediente: Chocolate
em barras; água fervida.
Material
usado: Fôrma de ovo de páscoa (tamanho médio ou pequeno), tabuleiro, papel
laminado, panela; colher.
Modo de
fazer: Picar o chocolate em pedacinhos. Coloca-se
o chocolate picado em banho-maria para derreter. Após o chocolate ter
derretido, coloca-o, ainda mole, dentro das forminhas. Coloca-se as forminha no
congelador. Assim que endurecer, virar as forminhas de cabeça para baixo no
tabuleiro (dar uma batidinha no fundo das forminhas). Pega uma metade e
junta-se à outra. Deixe por alguns minutos e depois já pode embrulhar em papel
alumínio.
Logo após, passa-se um outro papel colorido, amarrando
as pontas com fitas coloridas e os cartões.
Terminando a confecção dos ovos, faz-se a
distribuição entre os alunos, e aí começa a comemorar a Páscoa.
AVALIAÇÃO
Buscar a interação de conteúdos favorece muito à
aprendizagem dos alunos. Através dessa prática, com o trabalho executado, esse
projeto visa enriquecer todas as atividades, levando o aluno a adquirir noções
de economia, higiene e até mesmo, da divisão de trabalho, ou seja, a função de
cada um na confecção dos ovos.
Essa proposta proporciona também discussões sobre
leitura, escrita, interpretação e construção de textos, valorizar também o
trabalho das Cozinheiras, uma vez que, de uma forma ou de outra, por um pequeno
espaço de tempo se passarão por elas, pois serão os responsáveis pela a
execução da receita e limpeza do ambiente de trabalho.
A idéia da escola, é isso: levar o aluno a realizar
as tarefas e compreendê-las, podendo ser capaz de levar essas informações e
esse aprendizado à família e à comunidade em que vive.
Podemos afirmar, que “só se aprende a fazer, fazendo”, e cremos que, ao final, dessas
atividades, os alunos estarão prontos para realizar o mesmo em casa, ou até
mesmo, criar novas situações, para que possamos criar novos projetos.
Orçamento:
10
barras de chocolate;
20
Formas de ovos de páscoa (de 200 grama);
4
rolo de papel alumínio de 7 metros;
20
folhas de papel colorido;
Fitas
de decoração.
CRONOGRAMA DE ATIVIDADE
Mês
|
Março
|
||||||||||||
Dias
|
18
|
01
|
02
|
03
|
04
|
07
|
08
|
09
|
10
|
11
|
14
|
15
|
17
|
Ações
|
|||||||||||||
Elaboração do projeto
|
X
|
||||||||||||
Desenvolvimento de atividades em sala de aula -(história e
geografia).
|
X
|
X
|
|||||||||||
Desenvolvimento de atividades em sala de aula – (Português
– pesquisa sobre a receita e a forma correta da execução da mesma).
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
||||||
Pesquisa a campo Matemática (pesquisa de valores dos
ingredientes).
|
X
|
X
|
X
|
||||||||||
Desenvolvimento de atividades em sala de aula – Artes (Confecções
de fitas, cartões e embalagens para os ovos).
|
X
|
||||||||||||
Desenvolvimento de atividades em sala de aula – Ciências
(higienização do local, comparação entre chocolate e outros alimentos, etc.).
|
X
|
X
|
X
|
||||||||||
Confecções dos ovos.
|
X
|
||||||||||||
Produção de textos sobre os resultados final do projeto.
|
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FONTE DE PESQUISA:
Revista Amae Educando. N.º 241- Ano XXII
PCN. Temas
Transversais de 5ª a 8ª série – Brasília 1998.
PROJETO RECREIO DIRIGIDO
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL
E MÉDIO
JOSÉ DE ANCHIETA
PROJETO: RECREIO FELIZ
E DIVERTI
CABIXI/RO – 2013
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL
E MÉDIO
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL
E MÉDIO
JOSÉ DE ANCHIETA
PROJETO: RECREIO FELIZ
E DIVERTIDO
GESTORES: FABIO ANTONIO DA GRAÇA
INES MALIK
COORDENAÇÃO PADAGÓGICA: ALICE MARIA
ANTES SANTOS
FABIO ANDERSON DE OLIVEIRA
SOUZA
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA: ILDA ALVES DA SILVA
JOÃO SEVERO DOS
SANTOS
MARCOS ANTONIO DE SOUZA
MARIA DA CONCEIÇÃO MARTINS
APRESENTAÇÃO
A E. E. E. F. M. José de Anchieta está localizada na Avenida
Guarani, nº 4125, fone 3345 2510 na cidade de cabixi, limita se com Colorado do
Oeste, Cerejeiras, Vilhena e Pimenteiras. Possui aproximadamente 8.000
habitantes, destes 3.500 habitam na área urbana. Uma média de 50% dos alunos
que estudam nesta escola depende de transporte escolar.
Neste ano de 2013 a escola conta com
uma clientela de 779 alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do 1º ao 3º
ano do Ensino Médio, distribuídos em três turnos: matutino, vespertino e
noturno.
Para atender essa clientela contamos
com: seis técnicos de secretaria, seis técnicos de limpeza, cinco técnicos de
alimentação, dois profissionais atendendo nas salas de laboratório de
informática, três profissionais na sala de leitura, três bibliotecários, três
profissionais para sala de videoteca, dois servidores para manutenção, trinta e
cinco professores, quatro coordenadores de supervisão e orientação, três
profissionais para sala de recursos, três inspetores de alunos, um prestador de
contas, um professor de musica (violão) e diretor e Vice diretor.
A estrutura física está composta de
quinze salas de aula, uma sala de supervisão, uma para orientação, uma para
secretaria, uma para direção, uma para sala de professores, uma biblioteca, um
laboratório de informática, uma sala para atender alunos com necessidades
especiais, uma sala equipada com mesas alfabéticas, refeitório com cozinha,
videoteca, sala de leitura, quadra coberta e um amplo espaço coberto para se
proteger do sol e chuva.
Na parte pedagógica trabalha com
vários projetos coletivos: leitura, xadrez, horta escolar, violão na escola,
projeto “Nem melhores e nem piores apenas diferentes” (necessidades especiais),
amigos da escola, festa junina, PROFIPES e outros menores que envolvem grupos
pequenos sobre culturas regionais.
JUSTIFICATIVA
Partindo da idéia de que é na escola
que se forma cidadãos com valores bons e positivos que influencia nas relações
interpessoais na sociedade, observamos a necessidade de minimizar as
brincadeiras indesejadas e desorganizadas das crianças e adolescentes na hora
do recreio que com freqüência acontecem brigas, bulyng, acidentes e correria.
Para evitar esses transtornos resolvemos implantar o recreio dirigido para não
afetar a integridade física e psicológica dos alunos.
OBJETIVO GERAL
Proporcionar aos alunos atividades
psicomotoras e afetivas sociais, através da ludicidade e jogos monitorados na
hora do recreio, minimizando assim brincadeiras indesejadas que poderão causar
brigas e acidentes.
Promover a interação entre os alunos
tornando o ambiente mais divertido alegres e com disciplina, transformando o
num momento lúdico e de brincadeiras agradáveis e sociáveis.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
v Estimular a coletividade e integrar
os alunos das diversas turmas e idades em um momento de lazer;
v Despertar o espírito de
companheirismo;
v Resgatar brincadeiras saudáveis que
não fazem mais parte no convívio das crianças atualmente;
v Desenvolver valores humanos, tais
como respeito, solidariedade, amizade, compartilhar e brincar e outros;
v Oportunizar através da prática de jogos
e brincadeiras um momento calmo e prazeroso durante o intervalo das aulas,
evitando assim brigas, correrias e possíveis acidentes;
v Melhorar o convívio dos alunos.
METODOLOGIA
Durante
as atividades haverá música adequada ao ambiente escolar. Cada atividade
recreativa será coordenada por um servidor ou um monitor pré-estabelecido pela
orientação e são organizados conforme tabela abaixo:
ATIVIDADES
RECREATIVAS
|
LOCAL
|
Período
|
BIBIOQUÊ
|
SAQUÃO
DA ESCOLA
|
Todos
os dias da semana
|
TENIS
DE MESA
|
||
BATE
E VOLTA
|
||
PULAR
CORDA
|
QUADRA
COBERTA
|
|
PETECA
|
||
AMARELINHA
|
PÁTIO
|
|
BRINCADEIRAS
DE RODA
|
No
período matutino No
período vespertino
RESPONSÁVEL
|
DIA DA
SEMANA
|
RESPONSÁVEL
|
DIA DA
SEMANA
|
Éster de
Alencar Araruna
Elizete
Heinzen Gallo
|
Segunda
feira
|
Ilda Alves
Da Silva
Eva
Delfina de Souza
|
Segunda
feira
|
Ana do
Livramento dos Santos
Claudia Maria de V. Lenke
|
Terça
feira
|
Ana do
Livramento dos Santos
Claudia Maria de V. Lenke
|
Terça
feira
|
Euseni A.
Maciel Dos Santos
Maria
Sonia Ferreira Lopes
|
Quarta
feira
|
Teresinha
de Almeida
Maria
Sonia Ferreira Lopes
|
Quarta
feira
|
Marcos
Antonio de Souza
Selma da
Silva Saraiva
|
Quinta
feira
|
Marcos
Antonio de Souza
Ademar
Feisberto
|
Quinta
feira
|
Marilda
Nunes da Silva
João
Severo dos Santos
|
Sexta
feira
|
Maria da
Conceição Martins
|
Sexta
feira
|
Estas atividades serão oferecidas todos os dias letivos de
2013.
RECURSOS
Serão utilizados materiais e jogos disponíveis na escola
como:
Corda, raquete, bolinhas de pingue-pongue, petecas, bate
volta e bibioquê.
AVALIAÇÃO
A avaliação das atividades desenvolvidas durante o recreio será
observada quanto à interação e o interesse das crianças, caso haja falta de
interesse os jogos e brincadeiras poderão ser substituídas. As atividades serão
avaliadas em reuniões pedagógicas, reuniões de lideres das salas e grêmio
estudantil.
PROJETO ESCOLA SUSTENTÁVEL
Dentre milhares de
escolas distribuídas pelo Brasil afora, a E.E.E.F.M. José de Anchieta foi
agraciada com o projeto Escola Sustentável, projeto este oferecido pelo governo federal. Para receber
uma verba de doze mil reais, a escola necessita enviar um projeto de sustentabilidade
viável e funcional ao MEC - Ministério de Educação e Cultura, que analisará e
se estiver de acordo com suas exigência disponibilizará o recurso para
desenvolvê-lo. A equipe gestora, na pessoa do professor e diretor da escola Fábio
Antônio da Graça em parceria com a
SEDAM/GEAV MIRIM representada pelo ambientalista José Ribeiro da Silva, mais
conhecido como Zé Ambientalista, após dias de muita pesquisa e estudos e previamente
aprovado pelo Conselho Escolar, optaram pela implantação de um viveiro de mudas
e uma sala sustentável a ser construída
com reciclados, visando ser esta, uma opção a mais de ambiente educacional
escolar porém economicamente viável, ecologicamente correta e socialmente justa,
objetivando beneficiar alunos, professores e comunidade em geral.

Prof. Fábio e Zé Ambientalista

Prof. Fábio e Zé Ambientalista elaborando Projeto Escola Sustentável.
PROFESSOR ELCI
PROJETO DE CURSO DE ESPANHOL PARA INICIANTES
PROYECTO DE ENSEÑANZA A PRINCIPIANTES DEL ESPAÑOL
ESCUELA ESTADUAL DE ENSEÑANZA FUNDAMENTAL Y MEDIO JOSÉ DE ANCHIETA
Y
CENTRO ESTADUAL DE
EDUCACIÓN DE JÓVENES Y ADULTOS - CEEJA
COORDINACIÓN GENERAL: COORDINADORIA DE LAS
ESCUELAS
EJECUCIÓN: MAESTRO ELCID RAMOS
CABIXI
JULIO - 2013
INTRODUCCIÓN
Proyecto de enseñanza a principiantes del español,
que va a desarrollarse en la Escuela Estadual de Enseñanza Fundamental y Medio
José de Anchieta, y Envolverá La Escuela CEEJA, en
el municipio de Cabixi, Rondonia.
1.1 LOS OBJETIVOS
El
objetivo primordial de este proyecto es de ofrecer la oportunidad de
aprendizaje del Español a las personas de la comunidad que tengan gana por
hacerlo, pero no tienen las condiciones para efectivamente conseguirlo. Todo el
trabajo va a se desarrollar, tomando como forma de orientación los contenidos
teóricos recibidos en la disciplina de
pasantía, del curso de Letras, en la universidad UNIOESTE.
1.2 LAS COMUNIDADES Y SUS ENTORNOS
Las comunidades pertenecen a la ciudad de Cabixi, compuestas por mesclas
de clases sociales y culturales, bajas y altas. Las personas son trabajadores
comunes y luchan mucho por la supervivencia material. No hay viviendas lujosas,
ni hay personas tan ricas económicamente.
1.3 DESCRIPCIÓN SOCIOECONÓMICA
Las comunidades no tienen ninguna condición social que merezca destaque.
O sea, no es una población que haya conquistado un espacio importante en la
sociedad: Son personas comunes, simples y sin estabilidad económica, en muchos
casos. Las personas de los barrios no disfrutan de prestigio social y económico
que sea capaz de incluirlas en la capa social más alta.
Las implicaciones que esto trae a la educación son muy importantes. Por
supuesto, el ingreso de esas personas en las escuelas no es tan pequeño, pero,
la continuación de los estudios es más difícil, exactamente por las cuestiones
económicas y sociales. Muchos niños tienen que trabajar desde chiquitos. En lo
tocante a la enseñaza y aprendizaje de LEM, es más complicado. No hay ninguna
perspectiva clara, objetiva, que les sirva de sugerencia de una necesidad de
estudiar o aprender una LEM, sino que viven en una situación geográfica de
frontera con Bolivia.
1.4 El ESTATUTO DE LA INSTITUICIÓN – MOTIVACIONES Y NECESIDADES
La escuela, en la que se desarrollará el
proyecto, tiene Estatuto específico de enseñanza de lengua extranjera. Es
cierto que el mercado laboral, el hecho de que la comunidad se encuentra en una
región de permanente contacto con la Lengua Española, también la situación de
frontera, son aspectos que construyen las motivaciones y necesidades
primordiales del aprendizaje del Español básico como Lengua Extranjera
elegida.
Creo que la intervención
de la enseñanza del español en este ambiente de frontera, tiene como desafíos
muy importantes: solucionar la cuestión del portuñol, o sea, las cuestiones
pertinentes al pidginización y
criollización, en la adquisición de una segunda lengua, conforme estudios de
Neide T. Maia González; desarrollar el discernimiento sobre la justa medida
de una cercanía, o sea, ¿cuánto esta
cerca, cuánto esta lejos el Español y el Portugués? Conforme estudios de
Maria Kulikowski y Neide Gonzaález (1999). Es oportuno destacar “La designación
de un estereotipo”: que significa la relación de los hablantes del portugués
brasileños con la lengua española, que resulta el surgimiento del portuñol – o
sea, la idea preconcebida: “español lengua parecida, lengua fácil”. Así,
permite la determinación de la diferencia: la relativa facilidad de se leer y
comprender la lengua española puede ser una trampa, pues las palabras
semejantes en la pronuncia o en la escrita son profundamente diferentes. Son
las conclusiones de los estudios de María Celada y Neide Gonzáles (2000).
Conforme Gargallo
(1999), LEM se aprende en un contexto social en el que carece de función social
e institucional. Esta es una cuestión que la enseñanza tiene que clarear.
1.5 ABORDAJE CONCEPTUAL: MÉTODO Y ENFOQUE
El término “método” procede
del latín “methodus” y significa “camino que conduce a un objetivo
determinado”. La definición que nos ofrece el Diccionario de Uso del Español de Maria Moliner (1994) del término
“método” es la siguiente: “método.
Procedimiento; sistema. Manera sistemática de hacer cierta cosa […] se aplica
específicamente al conjunto de reglas, lecciones y ejercicios para enseñar o
aprender algo. […]. Se llama así a cada uno de los procedimientos, analítico y
sintético, de razonar”.
En la didáctica de lenguas extranjeras, se habla de “método”: - para
referirse a un modo sistemático de enseñar una lengua. Normalmente tiene su
base en un marco teórico.
El término “método” también se utiliza para hablar de técnicas,
ejercicios o actividades de enseñanza, estrategias de aprendizaje o de
enseñanza, (…) por su carácter polisémico, puede inducir a cierta ambigüedad.
Con frecuencia, los términos ‘enfoque y método’ se confunden, se utilizan indistintamente. Para algunos
investigadores didácticos (…) todas las
corrientes metodológicas son métodos. Ejemplo: método tradicional, método
comunicativo, etc.
El “enfoque” se refiere a los
principios teóricos: a la teoría sobre la naturaleza de la lengua; y a la
teoría del aprendizaje. El “enfoque” (los principios teóricos) puede conducir o
no a un método. Los docentes podemos desarrollar nuestros propios
procedimientos de enseñanza partiendo de una teoría sobre el aprendizaje
concreta. (…) algunos docentes podemos coincidir en la forma de entender lo que
es aprender una lengua (compartir un mismo enfoque) pero llevar a cabo estos
principios es diferente. Un ‘enfoque’ no determina un procedimiento; la teoría no dicta unas determinadas técnicas de
enseñanza y actividades.
Tomado y adaptado de MELERO ABADÍA, Pilar. Métodos y enfoques en la enseñanza/aprendizaje del español como lengua
extranjera. Madrid, Edelsa, 2000.p.14-15.
2. PROYECTO DE ENSEÑANZA DE LA LENGUA ESPAÑOLA
En el anexo I
tenemos el desarrollamiento del proyecto de pasantía que ha motivado este
relato. En esa parte se presenta detalladamente todo el trabajo, la propuesta
de las actividades, el objetivo, la metodología, El enfoque adoptado: o sea, el
enfoque comunicativo, conforme conceptuación presentada en el abordaje
conceptual.
3. EL CONTENIDO PROGRAMÁTICO
El contenido programático
reúne todos los temas abordados a lo largo del trabajo práctico de enseñaza del
español a los alumnos iniciantes de la lengua. Los contenidos fueron elegidos
en una secuencia lógica y orientada para ayudar el alumno a construir su
conocimiento desde la base. Todas las informaciones pertinentes están en el
anexo II.
MODELO DE PLANEAMIENTO DE CADA CLASE
1ª Y 2ª CLASES (18/07/06)
TEMA: introducción
a la lengua en el mundo
CONTENIDOS:
-
la lengua en el mundo
-
saludos informales
-
verbos ser/estar en presente de indicativo
OBJETIVOS:
-
comprender la dimensión geográfica de la lengua
-
usar los principales saludos informales
-
articular los verbos en situación real de habla
METODOLOGÍA:
-
exponer informaciones sobre la extensión del español en el mundo,
mediante el uso de mapa, incluyendo audiciones, y pequeño debate sobre lo que
cada un sabe de la lengua. (15min.)
-
Principales saludos y presentaciones informales, incluyendo
audiciones. Exponer el tema. Prácticas orales y escritas. Presentarse y
preguntar el nombre. (anexo 1)(35 min.)
-
exponer los verbos ser/estar y llamarse (1ª,2ª personas del singular)
en presente de indicativo y pedir que los alumnos repitan las pronuncias, dar
enfoque a los pronombres personales, enfatizando el vos e el vosotros. Ejercicio de repetición para fijar
contenidos. Ejercicio estructural (llenar espacios) (anexo 2). (40 min.)
-
la duración de las clases: 1:40h
INSTRUMENTOS PARA EVALUACIÓN:
-
ejercicios en sala de clases – escritos y orales.
-
participación oral de los alumnos que permitan observar la comprensión
BIBLIOGRAFÍA: el libro didáctico, fotocopias, CDS.
PROFESSORA ANDREIA
PROJETO: TEATRO ATRAVÉS DOS LIVROS CLÁSSICOS.
DADOS SOBRE O PROJETO
TÍTULO:
Teatro através dos livros clássicos.
LOCALE.E.E.F.M.
José de Anchieta
PERÍODO: 1º semestre.
MODALIDADE: Ensino
Fundamental.
PROFESSORA: Andréia
Aparecida de Morais Oliveira.
SUPERVISORA: Zenilda
Batista da Cunha
JUSTIFICATIVA
Este projeto tem o objetivo de incentivar aos alunos da Escola José de Anchieta o hábito
de ler, escrever e também a oralidade,
A oralidade é começo na vida do
ser humano, além de ampliar o vocabulário,
desenvolve o senso crítico sendo caminho que ajuda a melhorar e aprimorar o
conhecimento, oferece subsídios para refletir sobre o mundo e a condição
humana.
A oralidade favorece o
desenvolvimento de ideias próprias, conceitos e valores.
Diante de tudo isso há a necessidade de lançar um projeto
para desenvolver a oralidade e a reescrita de alguns livros clássicos, para que
os mesmos possam produzir teatros e gesticular com maior ênfase.
Para dinamizar a oralidade e a reescrita propõe-se
a leitura de alguns livros clássicos
como: Fedro, Esopo,La Fantaine, Monteiro Lobato,Sá Miranda, Bocage e João de
Deus, bem com suas obras.
OBJETIVO GERAL
Propiciar aos alunos
da Escola José de Anchieta uma aprendizagem diferenciada onde trabalhará a oralidade
dos mesmos com a elaboração dos teatros escritos a partir da leitura.
OBJETIVOS ESPECIFICOS
*Despertar o gosto do aluno através
das leituras dos livros clássicos;
*Montagem do teatro escrito;
*Melhorar o desempenho da leitura, escrita e
da oralidade;
*Apresentações dos teatros.
PROCEDIMENTOS
8º Ano
*Leitura de livros clássicos;
*Deixar os alunos escolher os
livros clássicos;
*Reescritas dos livros para a montagem dos teatros;
* Apresentação dos teatros.
CRONOGRAMA
O projeto será desenvolvido no 1º
semestre do ano de 2013. Pelos alunos do 8º ano.
RECURSOS MATERIAIS
*Computadores
*Vídeos
*Projetor multimídia
*Sala de leitura
*Biblioteca
*Lápis
*Borracha
*Caderno
*Cartolina
*Cola
*Tesoura
*Montagem do cenário
RECURSOS HUMANOS
8º Ano ”A,B e C” matutino e vespertino.
Professora: Andréia Aparecida de
Morais Oliveira.
RESULTADOS ESPERADOS
Espera-se com a realização deste
projeto que os alunos possam entender os elementos de uma narrativa e a
montagem de um teatro, fazendo com que os mesmos possam melhorar a oralidade
e adquirindo um mais conhecimento.
AVALIAÇÃO
A avaliação se dará de forma
contínua e pela participação individual de cada aluno e o interesse do mesmo na apresentação do teatro oferecido.
PROFESSORAS:
ÁUDREA ANGÉLICA RUBIN LEITE
E
ROZIANE ANDRADE CÉSAR GRITTI
Projeto:
Willian Shakespeare
1 - Identificação
Escola Estadual de Ensino
Fundamental e Médio José de Anchieta
Professora: Áudrea Angélica Rubim Leite
Disciplina de Língua Portuguesa
2 - Projeto
2.1 Título: Willian Shakespeare
2.2 Público Alvo: 9º
Ano do Fundamental e 1 ª Ano do Ensino Médio
2.3 Professores envolvidos:
Professora Áudrea Angélica
(Língua Portuguesa)
Professora Oreana (
Laboratório de Informática)
Professora Ingrid ( )
Professora Roziane Andrade
Cezar Grite ( Artes)
2.4 Componentes Curriculares:
·
Gêneros textuais: texto visual, texto dramático,
texto poético, texto narrativo, texto dissertativo, texto informativo;
·
Descrição de espaço;
·
Estrutura e características do gênero literário
dramático
·
Protagonista, antagonista, personagens
secundários e suas características: físicas e psicológica;
·
Tempo: Cronológicos e psicológico;
·
Sinopse, resumo, texto argumentativo;
·
Variações linguísticas;
·
Intertextualidade;
·
Criação e recriação das histórias de Willian
Shakespeare;
·
Pesquisa: Contexto histórico, biografia;
resenhas de obras.
3 - Objetivo Geral
Conhecer o grande autor Willian
Shakespeare e suas obras mais famosas e proporcionar ao educando a compreensão
do ato da leitura, para que o mesmo possa repeti-la, recriá-la e reinventá-la
em seu contexto social e cultural, desenvolvendo nos alunos a criatividade e o
gosto pelo ato de ler e suas habilidades como leitores através de atividades
variadas.
4 - Objetivos Específicos:
- Conhecer vida e obra do autor;
- Identificar a finalidade do texto teatral;
- Perceber a língua como variável no tempo e no espaço;
- Desenvolver a criatividade;
- Desenvolver o gosto pela leitura;
- Produção de releituras de forma criativa e com simplicidade;
- Ampliação do vocabulário;
- Relacionar contextos históricos;
- Interpretar e produzir testos poéticos a partir de análise de leituras;
- Criar, recriar, analisar, interpretar textos de Willian Shakespeare;
- Recriar, recontar textos com clareza e coesão textual;
- Desenvolver habilidades escritas e orais para comunicar o que foi aprendido;
- Pesquisar na web, livros e revistas;
- Apresentar seminários, socializar conhecimentos adquiridos formal e informal.
5 - Justificativa
O uso de temas filosóficos universais que são
invocados através dos tempos mostrando que o amor é imortal e se faz necessário
em tempos que o ter é mais importante que o ser e na busca do amor que se
perdeu, ressurge nas telas dos cinemas, encantando as novas gerações, a saga
Crepúsculo recriando o shakespeariano. Nesse enlevo propõe-se leitura,
pesquisa, análise e recriação das obras mais famosas desse dramaturgo e porta
fenomenal que embora tenha vivido nos idos de 1.500, se mostra atual.
Além de que o texto literário
promove um encontro especial com a leitura, pois através do contato com a
literatura o aluno descobre as múltiplas faces da linguagem, entra em contato
com diferentes aspectos da Língua Portuguesa. Quanto maior for a diversificação
dos textos literários apresentados aos alunos, maior será a experiência que ele
terá com este universo de singular beleza, magia e emoção. Trabalhar a
literatura em sala de aula é, antes de tudo, mergulhar num mundo de
subjetividade e encantamento, um lugar mágico onde o aluno encontra a
possibilidade de se descobrir, de se reconhecer, de se encontrar.
6 - Mídias
utilizadas:
Material
impresso: livros, coletânea de textos.
TV
e Vídeo: Vídeo Menestrel, Guinomeu e Juliet;
Filme: Shakespeare Apaixonado
Documentário: Teatro - Ensino Médio, Telecurso
Segundo Grau.
Informática: Pesquisas na web
utilizando o LIE.
7 - Cronograma:
O
projeto será desenvolvido nos meses de fevereiro, março e abril.
8 - Metodologia:
·
Aula motivacional com apresentação de propostas
de trabalhos. Exibição do vídeo Menestrel, slides informativos, explicação da
professora.
·
Divisão dos grupos de pesquisa e distribuição
dos temas.
·
Aulas de acompanhamento nas pesquisas,
verificação dos textos produzidos, apresentação e socialização dos trabalhos
elaborados, identificação das dificuldades.
9 - Procedimentos
Didáticos:
Apresentação
do projeto aos alunos, discutir a
importância deste, ouvir sugestões.
Aula
motivacional com apresentação do vídeo Menestrel, comentários sobre vida e obra
do autor em um apanhado geral utilizando slides.
Divisão
dos grupos de pesquisa e distribuição dos temas dando ao grupo oportunidade de
escolher o tema que mais o agrade. Obras disponibilizadas aos alunos:
- Henrique XV
- Sonhos de Uma Noite de Verão
- Hamlet
- Otelo
- Romeu e Julieta
- Rei Lear
- Macbeth
- Júlio Cesar
Aulas de acompanhamento nas
pesquisas, verificação dos textos produzidos, apresentação e socialização dos
trabalhos elaborados, identificação das dificuldades. Os alunos terão oportunidade de desenvolverem
suas pesquisas utilizando o LIE - Laboratório de Informática Educacional onde
poderão pesquisar na Web vida e obra do autor. As pesquisas, produções
textuais, interpretação serão acompanhados pela professora que estará
analisando junto ao grupo os textos produzidos orientando-os a melhorar no que
se fizer necessário bem como sanando as dúvidas que forem ocorrendo no decorrer
das pesquisas.. Cada grupo terá liberdade de expressão na apresentação dos
resultados finais de suas pesquisas que poderão ser apresentadas formalmente em
seminários ou informalmente utilizando recursos dos tais como teatro, parodias,
poesia dentre outros.
10 Metas
Socialização
das pesquisas realizadas: Teatros, declamação de sonetos, seminários, vídeos
produzidos.
11 -
Avaliação
A avaliação terá caráter formativo e processual,
onde alunos e professor analisam o produto e o desempenho dos envolvidos.
Registrando as dificuldades e retomando o processo visando o cumprimento dos
objetivos estabelecidos pelo projeto.
11- Referências Bibliográficas
http://eproinfo.mec.gov.br
PROFESSORAS:
ÁUDREA ANGÉLICA RUBIN LEITE
2 - Projeto
2.1 Título:
MACHADO DE ASSIS
2.2 Público Alvo: 9º Ano do Fundamental e 1 ª Ano do Ensino Médio
2.3 Professores
envolvidos:
Professora Áudrea Angélica (Língua Portuguesa)
Professora Oreana ( Laboratório de Informática)
Professora Ingrid ( Ingrid F. Dal Zot)
Professora Roziane Andrade Cezar Grite ( Artes)
2.4 Componentes Curriculares:
·
Gêneros textuais: texto visual, texto dramático,
texto poético, texto narrativo, texto dissertativo, texto informativo;
·
Descrição de espaço;
·
Estrutura e características do gênero literário
dramático
·
Protagonista, antagonista, personagens
secundários e suas características: físicas e psicológica;
·
Tempo: Cronológicos e psicológico;
·
Sinopse, resumo, texto argumentativo;
·
Variações linguísticas;
·
Intertextualidade;
·
Criação e recriação das histórias de Willian
Shakespeare;
·
Pesquisa: Contexto histórico, biografia;
resenhas de obras.
3 - Objetivo Geral
Conhecer o grande autor Machado
de Assis e suas obras mais famosas e proporcionar ao educando a compreensão do
ato da leitura, para que o mesmo possa repeti-la, recriá-la e reinventá-la em
seu contexto social e cultural, desenvolvendo nos alunos a criatividade e o
gosto pelo ato de ler e suas habilidades como leitores através de atividades
variadas.
4 - Objetivos Específicos:
- Conhecer vida e obra do autor;
- Identificar a finalidade do texto teatral;
- Perceber a língua como variável no tempo e no espaço;
- Desenvolver a criatividade;
- Desenvolver o gosto pela leitura;
- Produção de releituras de forma criativa e com simplicidade;
- Ampliação do vocabulário;
- Relacionar contextos históricos;
- Interpretar e produzir testos poéticos a partir de análise de leituras;
- Criar, recriar, analisar, interpretar textos de Willian Shakespeare;
- Recriar, recontar textos com clareza e coesão textual;
- Desenvolver habilidades escritas e orais para comunicar o que foi aprendido;
- Pesquisar na web, livros e revistas;
- Apresentar seminários, socializar conhecimentos adquiridos formal e informal.
5 - Justificativa
Machado de Assis é considerado um dos mais importantes
escritores da literatura brasileira.
Considerado o melhor escritor brasileiro, não pertencendo a nenhuma escola
literária (diz-se que seu estilo é puramente machadiano) escreveu obras
memoráveis, como Memórias Póstumas de Bras Cubas, Dom Casmurro, Quincas Borba e vários livros de contos, entre eles, Papéis Avulsos,
no qual se encontra uma das maiores obras-primas da literatura universal, o
conto (ou novela) O Alienista,
que discute a loucura. Também escreveu poesia e foi um ativo crítico literário,
além de ser um dos criadores da crônica no país. Foi o fundador da Academia
Brasileira de Letras. As obras de
Machado de Assis podem ser divididas em
duas fases: romântica e realista. Este autor é considerado um dos mais
completos da literatura brasileira
Filho de uma
família muito pobre. Mulato e vítima de preconceito, perdeu na infância sua mãe
e foi criado pela madrasta. Superou todas as dificuldades da época e tornou-se
um grande escritor.
O foco do presente
projeto não está no aprofundamento de análises das obras machadianas, isso por
serem muito complexas mas sim mostrar o autor na sua importância e destaque
dentro da literatura brasileira além de, destacar em suas obras, os gêneros
utilizados (crônica, romance e poesia).
6 - Mídias utilizadas:
-
Material impresso: livros, coletânea de textos.
-
TV e Vídeo: Machado de Assis - Mundo da
Língua Portuguesa (parte 1)
MACHADO DE ASSIS (parte 1)
Machado de Assis
Memórias Póstumas 111mp4
Memórias Póstumas211mp4
Memórias Póstumas de Brás
Cubas
Mestres da Literatura -
Machado de Assis - Parte 1
Mestres da Literatura -
Machado de Assis - Parte 2 e 3
Teatro A.Cartomante -
Machado de Assis - Parte 1
A causa Secreta - Machado
de Assis
aula 5 - Literatura -
Machado de Assis
Crisálida
Machado de Assis -
desenho animado sobre a vida do mestre da literatura
Filme:
Documentário: Teatro - Ensino Médio,
Telecurso Segundo Grau.
-Informática:
Pesquisas na web utilizando o LIE.
7 - Cronograma:
O
projeto será desenvolvido nos meses de fevereiro, março e abril.
8 - Metodologia:
·
Aula motivacional com apresentação de propostas
de trabalhos. Exibição do vídeo Menestrel, slides informativos, explicação da
professora.
·
Divisão dos grupos de pesquisa e distribuição
dos temas.
·
Aulas de acompanhamento nas pesquisas,
verificação dos textos produzidos, apresentação e socialização dos trabalhos
elaborados, identificação das dificuldades.
9 - Procedimentos Didáticos:
Apresentação
do projeto aos alunos, discutir a
importância deste, ouvir sugestões.
Aula
motivacional com apresentação do vídeo Menestrel, comentários sobre vida e obra
do autor em um apanhado geral utilizando slides.
Divisão
dos grupos de pesquisa e distribuição dos temas dando ao grupo oportunidade de
escolher o tema que mais o agrade. Obras disponibilizadas aos alunos:
Romances
Ressurreição - 1872
A mão e a luva - 1874
Helena - 1876
Iaiá Garcia - 1878
Memórias Póstumas de Brás Cubas - 1881
Quincas Borba - 1891
Dom Casmurro - 1899
Esaú e Jacó - 1904
Memorial de Aires - 1908
Poesia
Crisálidas
Falenas
Americanas
Ocidentais
Poesias completas
Contos
A Carteira
Miss Dollar
O Alienista
Noite de Almirante
O Homem Célebre
Conto da Escola
Uns Braços
A Cartomante
O Enfermeiro
Trio em Lá Menor
Missa do Galo
Teatro
Hoje avental, amanhã luva - 1860
Desencantos - 1861
O caminho da porta, 1863
Quase ministro - 1864
Os deuses de casaca - 1866
Tu, só tu, puro amor - 1880
Lição de botânica - 1906
Ressurreição - 1872
A mão e a luva - 1874
Helena - 1876
Iaiá Garcia - 1878
Memórias Póstumas de Brás Cubas - 1881
Quincas Borba - 1891
Dom Casmurro - 1899
Esaú e Jacó - 1904
Memorial de Aires - 1908
Poesia
Crisálidas
Falenas
Americanas
Ocidentais
Poesias completas
Contos
A Carteira
Miss Dollar
O Alienista
Noite de Almirante
O Homem Célebre
Conto da Escola
Uns Braços
A Cartomante
O Enfermeiro
Trio em Lá Menor
Missa do Galo
Teatro
Hoje avental, amanhã luva - 1860
Desencantos - 1861
O caminho da porta, 1863
Quase ministro - 1864
Os deuses de casaca - 1866
Tu, só tu, puro amor - 1880
Lição de botânica - 1906
Aulas de acompanhamento nas
pesquisas, verificação dos textos produzidos, apresentação e socialização dos
trabalhos elaborados, identificação das dificuldades. Os alunos terão oportunidade de desenvolverem
suas pesquisas utilizando o LIE - Laboratório de Informática Educacional onde
poderão pesquisar na Web vida e obra do autor. As pesquisas, produções
textuais, interpretação serão acompanhados pela professora que estará
analisando junto ao grupo os textos produzidos orientando-os a melhorar no que
se fizer necessário bem como sanando as dúvidas que forem ocorrendo no decorrer
das pesquisas.. Cada grupo terá liberdade de expressão na apresentação dos resultados
finais de suas pesquisas que poderão ser apresentadas formalmente em seminários
ou informalmente utilizando recursos dos tais como teatro, parodias, poesia
dentre outros.
10- Metas
Socialização
das pesquisas realizadas: Teatros, declamação de sonetos, seminários, vídeos
produzidos.
11 - Avaliação
A avaliação terá caráter formativo e
processual, onde alunos e professor analisam o produto e o desempenho dos
envolvidos. Registrando as dificuldades e retomando o processo visando o
cumprimento dos objetivos estabelecidos pelo projeto.
12- Referências Bibliográficas
http://eproinfo.mec.gov.br
PROFESSORAS:
ÁUDREA ANGÉLICA RUBIN LEITE
Projeto:
Charlie chaplin
1 - Identificação
Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio José de Anchieta
Professora:
Áudrea Angélica Rubim Leite
Disciplina de
Língua Portuguesa
2 - Projeto
2.1 Título: Charlie
chaplin
2.2 Público Alvo: 9º Ano do Fundamental e 1 ª Ano do Ensino Médio
2.3 Professores
envolvidos:
Professora Áudrea Angélica (Língua Portuguesa)
Professora Oreana ( Laboratório de Informática)
Professora Ingrid ( Ingrid F. Dal Zot)
Professora Roziane Andrade Cezar Grite ( Artes)
2.4 Componentes Curriculares:
·
Gêneros textuais: texto visual, texto dramático,
texto poético, texto narrativo, texto dissertativo, texto informativo;
·
Descrição de espaço;
·
Estrutura e características do gênero literário
dramático
·
Protagonista, antagonista, personagens
secundários e suas características: físicas e psicológica;
·
Tempo: Cronológicos e psicológico;
·
Sinopse, resumo, texto argumentativo;
·
Variações linguísticas;
·
Intertextualidade;
·
Criação e recriação das histórias de Willian
Shakespeare;
·
Pesquisa: Contexto histórico, biografia;
resenhas de obras.
3 - Objetivo Geral
Conhecer o grande autor Charlie chaplin
e suas obras
mais famosas e proporcionar ao educando a compreensão do ato da leitura, para
que o mesmo possa repeti-la, recriá-la e reinventá-la em seu contexto social e
cultural, desenvolvendo nos alunos a criatividade e o gosto pelo ato de ler e
suas habilidades como leitores através de atividades variadas.
4 - Objetivos Específicos:
- Conhecer vida e obra do autor;
- Identificar a finalidade do texto teatral;
- Perceber a língua como variável no tempo e no espaço;
- Desenvolver a criatividade;
- Desenvolver o gosto pela leitura;
- Produção de releituras de forma criativa e com simplicidade;
- Ampliação do vocabulário;
- Relacionar contextos históricos;
- Interpretar e produzir testos poéticos a partir de análise de leituras;
- Criar, recriar, analisar, interpretar textos de Willian Shakespeare;
- Recriar, recontar textos com clareza e coesão textual;
- Desenvolver habilidades escritas e orais para comunicar o que foi aprendido;
- Pesquisar na web, livros e revistas;
- Apresentar seminários, socializar conhecimentos adquiridos formal e informal.
5 - Justificativa
Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”,
Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Além de
atuar, Chaplin dirigiu, escreveu, produziu e eventualmente compôs a trilha
sonora de seus próprios filmes, tornando-se uma das personalidades mais
criativas e influentes da era do cinema mudo. , características essas que foram observadas na
escolha do referido autor para que fossem desenvolvidos estudos de pesquisa .
6 - Mídias utilizadas:
Material
impresso: livros, coletânea de textos.
TV
e Vídeo: Charlie Chaplin - Tempos Modernos
Tempos Modernos
Documentário:Documentário Charlie Chaplin I -
Home Box Office
Documentário
Charlie Chaplin II - Home Box Office
Informática: Pesquisas na web
utilizando o LIE.
7 - Cronograma:
O
projeto será desenvolvido nos meses de fevereiro, março e abril.
8 - Metodologia:
·
Aula motivacional com apresentação de propostas
de trabalhos. Exibição do vídeo Menestrel, slides informativos, explicação da
professora.
·
Divisão dos grupos de pesquisa e distribuição
dos temas.
·
Aulas de acompanhamento nas pesquisas,
verificação dos textos produzidos, apresentação e socialização dos trabalhos
elaborados, identificação das dificuldades.
9 - Procedimentos Didáticos:
Apresentação
do projeto aos alunos, discutir a
importância deste, ouvir sugestões.
Aula
motivacional com apresentação do vídeo Menestrel, comentários sobre vida e obra
do autor em um apanhado geral utilizando slides.
Divisão
dos grupos de pesquisa e distribuição dos temas dando ao grupo oportunidade de
escolher o tema que mais o agrade. Obras disponibilizadas aos alunos:
Principais Filmes:
Curtas:
· Carlitos Repórter (1914)
· Idílio desfeito (1914)
· O Vagabundo (1915)
· Casa de Penhores (1916)
· Rua da Paz (1917)
· O Imigrante (1917)
· Vida de Cachorro (1918)
· Ombro, Armas! (1918)
· Idílio Campestre (1919)
· Dia de Prazer (1919)
Longas:
· O Garoto (1921)
· Os Ociosos (1921)
· Dia de Pagamento (1922)
· Pastor de Almas (1923)
· Casamento ou Luxo? (1923)
· Em Busca do Ouro (1925)
· O Circo (1928)
· Luzes da Cidade (1931)
· Tempos Modernos (1936)
· O Grande Ditador (1941)
· Monsieur Verdoux (1947)
· Luzes da Ribalta (1952)
· Um Rei em Nova York (1957)
· A Condessa de Nova York (1966)
Curtas:
· Carlitos Repórter (1914)
· Idílio desfeito (1914)
· O Vagabundo (1915)
· Casa de Penhores (1916)
· Rua da Paz (1917)
· O Imigrante (1917)
· Vida de Cachorro (1918)
· Ombro, Armas! (1918)
· Idílio Campestre (1919)
· Dia de Prazer (1919)
Longas:
· O Garoto (1921)
· Os Ociosos (1921)
· Dia de Pagamento (1922)
· Pastor de Almas (1923)
· Casamento ou Luxo? (1923)
· Em Busca do Ouro (1925)
· O Circo (1928)
· Luzes da Cidade (1931)
· Tempos Modernos (1936)
· O Grande Ditador (1941)
· Monsieur Verdoux (1947)
· Luzes da Ribalta (1952)
· Um Rei em Nova York (1957)
· A Condessa de Nova York (1966)
Aulas de acompanhamento nas
pesquisas, verificação dos textos produzidos, apresentação e socialização dos
trabalhos elaborados, identificação das dificuldades. Os alunos terão oportunidade de desenvolverem
suas pesquisas utilizando o LIE - Laboratório de Informática Educacional onde
poderão pesquisar na Web vida e obra do autor. As pesquisas, produções
textuais, interpretação serão acompanhados pela professora que estará
analisando junto ao grupo os textos produzidos orientando-os a melhorar no que
se fizer necessário bem como sanando as dúvidas que forem ocorrendo no decorrer
das pesquisas.. Cada grupo terá liberdade de expressão na apresentação dos
resultados finais de suas pesquisas que poderão ser apresentadas formalmente em
seminários ou informalmente utilizando recursos dos tais como teatro, parodias,
poesia dentre outros.
10 Metas
Socialização
das pesquisas realizadas: Teatros, declamação de sonetos, seminários, vídeos
produzidos.
11 - Avaliação
A avaliação terá caráter formativo e
processual, onde alunos e professor analisam o produto e o desempenho dos
envolvidos. Registrando as dificuldades e retomando o processo visando o
cumprimento dos objetivos estabelecidos pelo projeto.
11- Referências Bibliográficas
http://eproinfo.mec.gov.br
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